quarta-feira, 24 de maio de 2017

Este país tem tido pouca sorte na escolha dos políticos que tem colocado através do seu voto na  liderança dos seus executivos.

Por aqueles lados (para não recuar muito) aconteceu-nos a ''praga Sócrates'' substituída pelo ressabiado sem qualificações Coelho que massacrou os portugueses como se estes fossem  verdadeiros parasitas iguais a ele, que nada faz ou melhor, nada sabe fazer .

Agora está no lugar o ''espertalhão'' Costa que surfando a onda da ilusão, anda a dizer que estamos a viver uma viragem em termos sociais e económicos.

Costa é uma nova versão da farsa protagonizada por Sócrates e Teixeira dos Santos.

Tudo cresce, até o desemprego, camuflado por números que eles lá pela ''geringonça'' inventam.

As falências continuam, mas a dita ''social'' pouco fala desta triste realidade.

Como nos anos de Sócrates andam a gastar de mais, porque vivem reféns do apoio do PC e do BE.

Apesar de toda esta euforia, mais dia menos dia cai-nos em cima mais uma intervenção externa.

terça-feira, 23 de maio de 2017

A candidata quer aumentar a ciclovia até São Tiago argumentando que falta à Câmara do Funchal políticas de investimento público.

Isto foi dito numa acção de campanha onde a candidata se encontrava ''sob a guarda'' de um antigo socialista, advogado e empresário com mestrado em falência de negócios, uma criatura anafada que é agora deputado do partido do governo e que faz questão de se apresentar como ''amigo de peito'' do chefe.

É difícil de entender a presença deste ente ao lado da candidata , ainda por cima a falar de obras. O governo que eles apoiam e servem limitou-se até hoje a continuar (ainda por cima com erros) obras lançadas pelo anterior executivo e a fazer um estardalhaço com a substituição de coberturas em amianto por telhas.

Isto enquanto coloca uns ''parvinhos'' a falar de buracos nas estradas e ruas.

Linda campanha!


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Há uma teia de silêncio à volta das negociatas envolvendo a comunicação social.

Fazem-se negócios mal explicados (sob a batuta do sem malícia) como é caso do JM, vendido por ridículos dez mil euros, numa jogada que meteu para além do dito cujo a quem deram rédea solta, ricaços e compadres da Venezuela e Miami.

O ridículo é assistirmos a uma cumplicidade silenciosa envolvendo partidos e uns tontos sempre prontos a falar de tudo.

Não se ouvem vozes a questionar este negócio que nos vai conduzir a um ''unanimismo'' perigoso!

Abriram-se as portas aos traficantes de páginas de jornal e das notícias simpáticas (bem pagas).

Uma verdadeira podridão, quando há pessoas a viverem  com o ordenado mínimo, outras com o mísero subsídio de sobrevivência e pior, milhares à procura do emprego que nunca aparece.

O governo não vê mal nenhum quando decide dar à folha inglesa trezentos mil euros por ano.

O mesmo governo e as câmaras acham normal a sua participação no negócio de mais de um milhão de euros para pagar publicidade e suplementos que ninguém lê.

É muito dinheiro em jogo (retirado aos impostos do povo) que dava para construir um tecto para quem vive na rua ou em situações precárias.

domingo, 21 de maio de 2017

A luta de Jardim na denúncia dos poderes ilegítimos comandados a partir da maçonaria, foi dura e ainda hoje, aqueles que tudo fizeram para denegrir a sua governação continuam (agora com a cumplicidade dos novos senhores), a ''vomitar'' o seu ódio ao homem que sempre lhes respondeu com o voto do povo, povo que democraticamente ao seu lado o ajudou em sucessivas maiorias absolutas.

Jardim ganhou sempre e eles perderam e por isso as vergonhosas desconsiderações a que assistimos.

O ''diário'' de propriedade inglesa e os seus escribas com comportamento mercenário, é hoje um panfleto ao serviço do novo poder regional e das câmaras, independentemente das cores destas.

O que é preciso é facturar (à custa dos dinheiros subtraídos aos impostos pagos pelo povo) para os salvar do rombo certo, consequência da cegueira e graves faltas deontológicas, que sempre tentaram camuflar com a palavra ''independente'' escrita nos seus cabeçalhos.

É triste ver a submissão de certa gente que, fraca de espírito e competência, embarca na conversa mole dos seus interlocutores de ocasião.

Interesseiros vamos ver-los um dia a morder as mãos que hoje lhes dão de comer.

Basta secar a teta!  

sábado, 20 de maio de 2017

Agora que já cheira a autárquicas há uns meninos ditos social democratas que num trabalho de lebre (mandaram-nos fazer) começaram a colocar uns pequenos cartazes pela cidade do Funchal.

Falam em buracos nas estradas e ruas da cidade.

Na sua ''brincadeira'' fruto da sua juventude até parece que nunca sairam de casa.

E que tal se dessem um passeio pela estrada regional  Câmara de Lobos-Ribeira Brava, pelo acesso aos Canhas e fizessem o trajecto que nos leva até ao Poiso (a poncha é muito boa por lá) e assim ficariam a conhecer a obra do ''sem malícia'' o rei dos buracos que rebentam os carros e os rins dos seus ocupantes.

Esta personagem a quem deram protagonismo no governo mete o Cafôfo no bolso no que diz respeito as estradas em mau estado.

Num outro cartaz os ditos meninos falam no apoio aos idosos, mas ignoram que essa é uma obrigação da segurança social, instituição que recebe a colecta das pessoas e não da Câmara.

Não é nem pode ser IPSS.

Habitação é competência de uma coisa chamada Instituto da Habitação.

Estes instrumentalizados deviam saber que as câmaras da região não têm acesso aos programas nacionais.

Fazer o papel de lebre acaba sempre mal!

Se querem fazer campanha façam-na pela positiva e deixem de ser manipulados.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Não há volta a dar.

Esta gente está no governo mas comporta-se como que se estivesse numa simples autarquia (com o devido respeito).

Nos dias de plenário aquilo é de bradar aos ceús. Quinze mil euros para um instituição social, pagamentos de expropriações de 2010 e pouco mais.

Será que eles às quintas-feiras jogam à bisca para passar as horas após o almoço?
Num gesto de idolatria ouvem piano tocado pelo ''mais amado''?

Com todo o respeito que merecem as câmaras e os seus responsáveis, é preciso guardar as distâncias.

Governar uma região obriga a ter certas capacidades que manifestamente há quem não tenha.


quinta-feira, 18 de maio de 2017

O homem que não sabia gerir condomínios que quase acabava com a Câmara de São Vicente e que contribuiu para a falência de umas das grandes empresas de medicamentos da nossa terra, de vez em quando (para não dizer quase sempre) sai-se com umas de bradar aos céus.

Investido num cargo para o qual não tem revelado qualquer competência, tornou-se um inventor do ridículo.

Agora parece que lançou a ideia estapafúrdia de baixar o IVA da aguardente e da poncha produzidas na Madeira para (diz ele) ajudar a nossa economia.

Fraca cabeça tem o homem que não vê que de acordo com a lei das finanças regionais este imposto entra no calculo per-capita nacional.

Qualquer redução, representava menos receita para a região e nem a facturação bruta da cana-de-açucar, do mel e do rum daí derivados, dava para cobrir as perdas.

Deixe-se de demagogias!