sexta-feira, 22 de setembro de 2017

O tal candidato que não passa de um grande barrete (inofensivo sem rasgo) cheio de amargura condizente com a sua fácies veio queixar-se de plágio.

É alguém praticamente inexistente nestes dias que fervilham de promessas e mais promessas.

Tentando apresentar um ''rasgo'' de criatividade veio falar na devolução de IRS imagine-se até 2021, ano em que muito poucos se lembrarão da sua passagem pela cena política.

Passou os anos em que teve ''presença'' na ribalta a auto incensar-se achando-se capaz de chegar a algum lado, mas revelou-se um verdadeiro bluff .

Agora acusa outros de não terem programa nem projecto para a cidade logo ele que falhou em tudo aquilo em que se meteu.

Coitadas das criancinhas das creches e dos idosos que num ''rasgo'' eleitoralista chamou ao rol das suas preocupações.

Este é mais um ''fogo fátuo'' entre tantos que povoam as notícias da estação...

Entretanto, a grande anedota da semana foi chamar ao advogado de vão de escada (eterno candidato sempre pronto para um desenrasque) e nos últimos anos conluiado com a turma cafofiana ''voz da justiça social''.

Isto está a transformar-se numa comédia e seria de rir a bom rir se não estivessem em causa coisas muito sérias.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

No partido ainda maioritário sente-se cada vez mais a divisão provando as palavras de quem sabiamente disse que só a partir de dentro seria possível iniciar a fragilização e pior do que isso a destruição de uma ideia política construída em nome de toda a população da Madeira.

Figuras como um certo direitolas e outros que logo que viram pelas costas alguém que nunca lhes deu  rédia solta (o que os irritava) iniciaram a queda há três anos, pagando quotas a militantes??? usando dinheiro que um dia saberemos de onde veio e com com que objectivos.

São os grandes responsáveis pela perda de muitos votos, pela descredibilização e falta de militância.

Tudo começou em 2011 e teve continuidade dois anos depois numa vergonhosa campanha que tinha como grande desígnio derrubar e denegrir, num conluio com a ''social'' que nunca suportou quem nunca fez a vénia á dita.

Chama-se a isto traição.

A 1 de Outubro o mais certo será o insucesso.

Esperamos que os oportunistas que andam por aí a destruir sejam desmascarados.

E não venham com estórias da ''carochinha'' envolvendo quem sempre uniu.  

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

O que estamos a assistir nestes tempos de vindima é um verdadeiro escândalo.

Estão todos contentes com os números da produção. Chegam ao ponto de afirmar que são incomparavelmente melhores em relação ao passado.

Trapalhada de quem desgoverna. Compram onde mandam os ingleses e alguns continentais permitindo que se andem a fazer acordos nas costas do povo.

Dizem que o governo não compra mais produção e entregam a mando dos ''senhores'' a quem obedecem (ai os complexos de inferioridade) a cinquenta cêntimos ou seja um terço do valor.

Protagonizam esta coisa meio ''mafiada'' figurões como um tal que há quatro anos andou em campanha pedindo o voto no candidato do PS à Câmara do Porto Moniz prejudicando o candidato do PSD.

Mais uma azelhice de uma criatura que não tem emenda.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Foi publicado pela ''quinquagésima'' vez na folha do costume (devedora e temente dos arrufos da criatura) um corrilho de ideias que vêm sempre ao de cima quando o dito precisa de dar prova de vida.

A questão que se coloca de novo, é a quem interessa na realidade o escrito mais do que gasto e cujo conteúdo é publicado ciclicamente?

Agora aquela de vir dizer que algo vai mal nas finanças e nas relações entre a Região e a República é de provocar gargalhadas, daquelas que fazem muita pressão abdominal.

Então não foi o autor da prosa manhosa a pessoa encarregada pelos responsáveis da situação de apresentar na República as soluções para que todos os madeirenses vivessem a breve trecho na mais completa felicidade e sobretudo em relativa prosperidade.

Estamos perante um caso daqueles em que apropriadamente se diz que a ''montanha pariu um rato''.

Neste caso uma ratazana.

É que continuamos à espera da famosa lei que levaria o seu nome e o povo espera e desespera pela receita milagrosa.

Sim o povo, não os habituais beneficiários da ''labuta'' do homem que se tem em em boa conta, chegando a auto-elogiar-se, dizendo-se educado e portador de uma conduta superior...

Ena, que esta então é de rebentar a rir ...  

 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Há dois sorrisos na política madeirense que espelham o cinismo que povoa a personalidade de duas  criaturas sem princípios e valores.

Um emoldura a careca de um sem vergonha e com falta de humildade que se julga acima de tudo e de todos.

Este esconde um projecto de vida que felizmente nunca verá a luz do dia para bem de todos madeirenses. Enganou quem o acompanhou há quatro anos e aqueles que foram na onda votando na mentira.

Ironia do destino aquele que pretende derrubar também é um cínico praticante. A sua pouca qualidade    e ausência de valores (para este vale tudo) levou-o a entrar em negócios pouco claros tentado colocar no mercado da Guiné Equatorial medicamentos fora de prazo.

Estão bem um para o outro.

O dos negócios e projectos falidos tem andado por terras de Machico em campanha onde se diz irá marcar presença em breve, o comandante da geringonça em mais um acto de submissão de um fraco recandidato aos figurões de Lisboa.

Estará o ainda líder a pensar que esta sua súbita disponibilidade para andar nas arruadas lhe dará acesso à partilha do palco comicieiro ao lado do parceiro em matéria de cinismo, vindo da capital?

O problema é se o sem vergonha do Funchal que anda a conspirar contra ele por lá aparece e lhe rouba o lugar na fila da frente.

Uma coisa é certa, o da careca não vai faltar na recepção no aeroporto e quem sabe, já terá recebido convite para o repasto, coisa que o do sorriso amarelo ainda líder, corre o risco de não ver chegar às suas mãos.

domingo, 17 de setembro de 2017

Passou um mês sobre a tragédia do Monte e houve missa em memória daqueles que perderam a vida no fatídico dia.

Ninguém conseguiu sinalizar na igreja o homem que se escondeu na falta de sinalização da maldita árvore que ceifou mais de uma dezena de vidas.

Não é possível perdoar esta ausência ao lado daqueles que ainda vivem o desgosto da perda de familiares e amigos.

O  homem que recuperou com uma facilidade inimaginável a postura sorridente e plástica que é imagem de marca, foi incapaz de dar um sinal de solidariedade, responsabilidade e de humildade.

Para ele é mais importante continuar a vender banha de cobra.

O que não deve ter falhado é o sinal à conta do mais recente encarte de propaganda.

Sinalizado e assinado...  

sábado, 16 de setembro de 2017

O chefe manifestou a sua agonia alto e em bom som.

Acha que é urgente a Madeira ter um sistema fiscal próprio.

Pergunta-se??? Só agora é que descobriu esta premência?

E então, a amizade e cumplicidade com o ressabiado que convida anualmente para a grande festa não serviu para nada. Não era este tipo, o Primeiro-Ministro que melhor se identificava com a Autonomia?

Agora não vale a pena cobrar nada ao homem porque há o risco do mentiroso compulsivo vir dizer que nunca ouviu falar em tal pretensão dos madeirenses e chutar a coisa para o governo da geringonça e à falta de melhor, surfar a onda do descontentamento do nosso chefe.

O ''grito'' surgiu numa visita a um armazém localizado nos domínios do concelho de  Santa Cruz e só assim se compreende a presença do ''verdinho'' da irmandade que por ali governa mal, e muitas vezes em proveito próprio e do seu grupo de apaniguados.

Ao menos devia ter havido o cuidado de evitar o descaramento do emplastrinho que aproveitou o momento para mais umas fotos e imagens ao lado de gente importante em plena campanha eleitoral.