sexta-feira, 28 de julho de 2017

As eleições autárquicas dão para tudo, até para grandes golpes de rins, como um que vimos um dia destes protagonizado por um antigo socialista, antigo deputado eleito nas listas do PS e até (imagine-se) candidato à presidência da Câmara também pela oposição socialista (o que ele disse sobre o partido pelo qual agora dá a cara), e que se apresenta agora em lugar secundário na candidatura laranjinha.

A ''proeza'' aconteceu na Ribeira Brava e tem o patrocínio ''renovadinho'', comprovado pela presença em fotografia para a posteridade de um certo mandão (ninguém tem mão na criatura) do partido situacionista que nos desgoverna. 

Entretanto, negam-se remodelações, ao mesmo tempo que se mudam pessoas na estrutura do governo, e esconde-se o mais que se pode os contornos de um grande concurso de informática, que segundo dizem se encontra em fase muito adiantada.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

O menino que enriqueceu com uns dinheirinhos ''arrancados'' pelo papá nos bons tempos da Venezuela, a que se juntou uma boa fatia deixada por um tio padre, quer à viva força ser político. Tem no seu currículo  a falência de um partido (diz-se que esbanjou o dinheiro com os seus parceiros Welsh, Baltazar, Dionísio e Tó Pó) mas mesmo assim anda em roda viva, numa chamada coligação ao lado do Coelho da triste figura (o de cá) e de um certo enfermeiro incompetente .

Como se sabe, o partido nunca apresentou contas e eles ficaram em apuros perante o Tribunal. Para não cair nas malhas de uma cela após a extinção do partido, o menino fez tudo para se manter como deputado independente na nossa Assembleia, garantindo assim um ''tacho'' e um ordenado que pelo menos deve dar para os seus devaneios mensais.

Passou pela Câmara do Funchal, foi posto a andar (queria andar em roda livre ) e agora quer lá voltar.

Para fazer o quê?...boa pergunta!

Está mais do que visto que quer salvaguardar os seus interesses e garantir que ninguém toca nos terrenos deixados pelo papá e pelo titio. Situados em locais onde não se pode construir, ele assim mantém a esperança de poder contornar os planos e regulamentos municipais mas também a lei.

Para já para acompanha-lo na ânsia do voltar a mandar nos corredores da câmara, terá reunido os apoios de uma menina do clã Jardim Fernandes, de um enfermeiro traumatizado com a mania que é culto... muito culto, e para compor o triste ramalhete, um nome vindo de uma família do velho regime do ''botas'' de Santa Comba, uma tal Clode de quem já ninguém se lembrava, a não ser uns quantos que ainda se recordam das soberbas e dos maus tratos à criadagem feitos pelos Clode.

Por enquanto lá vamos vendo o ''pretendente'' por aí de braço dado com um Noronha, que se diz monárquico.

Isto está cada vez mais bonito com mais este desfile de oportunistas, incompetentes, enganados e falidos.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Fala o roto do esfarrapado.

O antigo bombeiro que foi mandado passear por se ter tornado insuportável lidar com ele no quartel, fez-se político, com os tristes resultados que estão à vista.

Agora resolveu criticar aqueles que receberam na Madeira uma certa ''personagem''. Os argumentos a que recorreu encaixam-se como uma luva na sua triste figura, que mesmo tendo passado por várias desconsiderações e desprezo pela parte do outro que aqui veio, aceitou participar na rábula pública que motivou a deslocação do chefe da geringonça nacional, mesmo relegado para o meio dos oportunistas que lá se encontravam.

Não é a primeira vez que este líder a prazo surge em público inchado de importância, tentando vender aos madeirenses uns aldrabões do lado de lá . Foi assim com Sócrates, tendo na altura o ''nosso ex-bombeiro'' aparecido no papel de emplastro, de braço dado com o Freitas e com o menino Trindade, já na altura o preferido de Lisboa.

São aves da mesma plumagem - Sócrates, Pereira, Freitas, Trindade, e agora também o careca e o Caldeira.    

terça-feira, 25 de julho de 2017

A propósito da vinda à Madeira do destituído Passos a televisão do tio Balsemão, passou (a encenação parecia previamente combinada) um diálogo entre ele e um bêbado do leste da ilha, conhecido como o meia bola, onde os dois falavam em tom de gozo sobre uma anterior passagem do traste pelo Chão da Lagoa.

Falavam de um episódio passado, que metia copos nas barracas da Festa, com o mentiroso aldrabão a ficcionar e a tentar ofender.

Sendo célebres as suas rondas pelas tascas lisboetas que acabavam quase sempre com os seus parceiros da noite a terem de o arrastar e muitas vezes a dar-lhe abrigo em vãos de escada, o tipo deve pensar que todos têm um passado igual ao que modelou o seu característico comportamento vingativo e malcriado.

Com a corda toda (dada pelos comandantes da situação) agora até se dá à ousadia de se anunciar para o próximo ano, não sem antes gozar na cara dos seus anfitriões sobre eventuais resultados nas eleições de outubro.







segunda-feira, 24 de julho de 2017

O traste sempre veio à Madeira e fe-los passar a vergonha (se é que ainda há réstia da coisa nos senhores da situação), da partilha do palco da mentira.

O aldrabão Passos Coelho roubou a eito portugueses, madeirenses e porto-santenses, não respeitou orgãos e eleitos pelo povo desta região, vingou-se impondo uma dupla e penosa austeridade ao nosso povo e mesmo assim foi convidado para estar presente no lugar onde antes se celebrava a Autonomia.

Merecem censura e desprezo aqueles que o trouxeram e se submeteram ao escândalo de ouvir e calar  as tontices ditas ali mesmo ao seu lado pelo mentiroso Passos, um homem que prejudicou o país e continua a desgraçar um partido que é também deles (que se saiba). 

Não há justificação aceitável para o convite feito ao tipo para mais esta ida à Herdade do Chão da Lagoa.  

O descarado Passos Coelho, disse lá em cima que a República ganha dinheiro com os juros do empréstimo à Região Autónoma. A lata está mais do que visto não tem limites, pois foi o governo por ele chefiado a impôr à Madeira esses juros vergonhosos.

Agora mostra-se muito ''penoso'' e defende a diminuição deste encargo, logo ele que foi responsável pela imposição de um garrote financeiro aos madeirenses e ordenou o aumento do IVA, do IRC e do IRS na nossa terra. 

Foi este antigo primeiro-ministro sem qualificações para o exercício do cargo, que nunca aceitou o financiamento da obra do novo hospital da Madeira.

E que dizer das centenas de milhões que ele mandou desviar do Fundo de Coesão destinado à Região Autónoma, com a conivência da figurinha que ele impôs a esta malta, para governar as nossas finanças.

Este''deslumbradinho'' deixou-se apanhar pelo cânticos lisboetas e está transformado num verdadeiro representante dos interesses instalados no poder central. Veja-se uma recente contratação que acaba de fazer.  

Quanto ao Passos é preciso manifestar alto e bom som o repúdio às suas vindas a esta terra. 

Viram? Como se previa não falou de autonomia, não se conhece uma pergunta sobre o tema, feita pelos que andaram à sua volta de microfone na mão, nem ele se deu ao trabalho... não tem uma ideia válida sobre o tema.

Faltou-lhe a cábula ou alguém o avisou para não voltar a fazer a ''gracinha'' de surripiar uma ideias alheias, como o fez em discurso recente na Assembleia da República.

Convençam-se!
Este tipo não presta... assim não vão a lado nenhum! 








domingo, 23 de julho de 2017

A apresentação da candidatura do careca foi um verdadeiro fracasso por mais que haja gente paga nas folhas e tentar dizer o contrário.

Havia mais manifestantes do grupo de lesados do Banif e do BES e alguns passantes de ocasião, do que gente propriamente interessada na fantochada promovida pelo recandidato vendido aos poderes de Lisboa e hoje um dos maiores clientes dos folhetos  publicados nesta paróquia.

Marcaram presença,Vitor Freitas o sem profissão, que imagine-se, chegou a liderar os socialistas locais, o ''pereirinha'' sem vergonha que foi vezes sem conta desconsiderado pelo patrão da ''geringonça, também lá estava ofuscado pelo menino Trindade, o preferido, agora a gozar as mordomias do ''tachão''da TAP, um tal Caetano conhecido pela sua incompetência crónica (mas quando se trata de arranjar empregos para os familiares é mestre ), o casal cata-vento Matos, os inevitáveis membros dos clãs Caldeira e Jardim Fernandes, os manos Martins (não os da zona leste) ocupando lugar de destaque o velho Max antigo espião do KGB soviético, os palerminhas sonsos dos polos verdes, o ''joguete'' da senhora dona Guida... enfim um friso de gente com uma vida que se tem  ajustado ao longo dos anos a todas as estações e situações.

Um verdadeiro folclore e muita idolatria ao enviado do poder colonial, que bem tentou ajudar a compor a comédia de fim de tarde exibida ao ar livre na cidade do Funchal.

No fundo, no fundo, contas bem feitas, não estariam mais de cinquenta pessoas a assistir e a participar  na pobre  produção comprada a uma decadente empresa lisboeta. Ahhh careca enganado...

Ver esta brigada neste ajuntamento trouxe à memória uma jantarada comicieira realizada há uns anos no cais da cidade, onde a vedeta que eles bajulavam se chamava Sócrates.

Para agravar as coisas que vão acontecendo por cá nestes dias, não falta muito para um certo desqualificado debitar umas asneiras bem aos seu nível, numa festa que já foi um mais importantes eventos públicos de celebração dos valores da Autonomia.


sábado, 22 de julho de 2017

Merece censura esta ''cubanização'' (no sentido lisboeta e não em referência ao desaparecido Fidel) a que se vem assistindo na política madeirense.

O servilismo que pensávamos afastado dos corredores do poder e dos comportamentos, chega a pairar como uma ameaça ao conquistado pelo nosso povo, depois de anos de luta contra o centralismo e comportamentos tipicamente colonialistas que caracterizam uns certos visitantes.

Será mesmo preciso dar lugar de honra, como estamos a ver, a gente que nunca deu mostras de se preocupar com as dificuldades que ainda caracterizam a nossa insularidade?

Não se iludam com as praças cheias e com as lambuzisses de escribas e agenciadores bem pagos.

Vejam bem quem aparece e porque razão o faz, e procurem reflectir sobre certas ausências.