sexta-feira, 22 de setembro de 2017

O tal candidato que não passa de um grande barrete (inofensivo sem rasgo) cheio de amargura condizente com a sua fácies veio queixar-se de plágio.

É alguém praticamente inexistente nestes dias que fervilham de promessas e mais promessas.

Tentando apresentar um ''rasgo'' de criatividade veio falar na devolução de IRS imagine-se até 2021, ano em que muito poucos se lembrarão da sua passagem pela cena política.

Passou os anos em que teve ''presença'' na ribalta a auto incensar-se achando-se capaz de chegar a algum lado, mas revelou-se um verdadeiro bluff .

Agora acusa outros de não terem programa nem projecto para a cidade logo ele que falhou em tudo aquilo em que se meteu.

Coitadas das criancinhas das creches e dos idosos que num ''rasgo'' eleitoralista chamou ao rol das suas preocupações.

Este é mais um ''fogo fátuo'' entre tantos que povoam as notícias da estação...

Entretanto, a grande anedota da semana foi chamar ao advogado de vão de escada (eterno candidato sempre pronto para um desenrasque) e nos últimos anos conluiado com a turma cafofiana ''voz da justiça social''.

Isto está a transformar-se numa comédia e seria de rir a bom rir se não estivessem em causa coisas muito sérias.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

No partido ainda maioritário sente-se cada vez mais a divisão provando as palavras de quem sabiamente disse que só a partir de dentro seria possível iniciar a fragilização e pior do que isso a destruição de uma ideia política construída em nome de toda a população da Madeira.

Figuras como um certo direitolas e outros que logo que viram pelas costas alguém que nunca lhes deu  rédia solta (o que os irritava) iniciaram a queda há três anos, pagando quotas a militantes??? usando dinheiro que um dia saberemos de onde veio e com com que objectivos.

São os grandes responsáveis pela perda de muitos votos, pela descredibilização e falta de militância.

Tudo começou em 2011 e teve continuidade dois anos depois numa vergonhosa campanha que tinha como grande desígnio derrubar e denegrir, num conluio com a ''social'' que nunca suportou quem nunca fez a vénia á dita.

Chama-se a isto traição.

A 1 de Outubro o mais certo será o insucesso.

Esperamos que os oportunistas que andam por aí a destruir sejam desmascarados.

E não venham com estórias da ''carochinha'' envolvendo quem sempre uniu.  

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

O que estamos a assistir nestes tempos de vindima é um verdadeiro escândalo.

Estão todos contentes com os números da produção. Chegam ao ponto de afirmar que são incomparavelmente melhores em relação ao passado.

Trapalhada de quem desgoverna. Compram onde mandam os ingleses e alguns continentais permitindo que se andem a fazer acordos nas costas do povo.

Dizem que o governo não compra mais produção e entregam a mando dos ''senhores'' a quem obedecem (ai os complexos de inferioridade) a cinquenta cêntimos ou seja um terço do valor.

Protagonizam esta coisa meio ''mafiada'' figurões como um tal que há quatro anos andou em campanha pedindo o voto no candidato do PS à Câmara do Porto Moniz prejudicando o candidato do PSD.

Mais uma azelhice de uma criatura que não tem emenda.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Foi publicado pela ''quinquagésima'' vez na folha do costume (devedora e temente dos arrufos da criatura) um corrilho de ideias que vêm sempre ao de cima quando o dito precisa de dar prova de vida.

A questão que se coloca de novo, é a quem interessa na realidade o escrito mais do que gasto e cujo conteúdo é publicado ciclicamente?

Agora aquela de vir dizer que algo vai mal nas finanças e nas relações entre a Região e a República é de provocar gargalhadas, daquelas que fazem muita pressão abdominal.

Então não foi o autor da prosa manhosa a pessoa encarregada pelos responsáveis da situação de apresentar na República as soluções para que todos os madeirenses vivessem a breve trecho na mais completa felicidade e sobretudo em relativa prosperidade.

Estamos perante um caso daqueles em que apropriadamente se diz que a ''montanha pariu um rato''.

Neste caso uma ratazana.

É que continuamos à espera da famosa lei que levaria o seu nome e o povo espera e desespera pela receita milagrosa.

Sim o povo, não os habituais beneficiários da ''labuta'' do homem que se tem em em boa conta, chegando a auto-elogiar-se, dizendo-se educado e portador de uma conduta superior...

Ena, que esta então é de rebentar a rir ...  

 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Há dois sorrisos na política madeirense que espelham o cinismo que povoa a personalidade de duas  criaturas sem princípios e valores.

Um emoldura a careca de um sem vergonha e com falta de humildade que se julga acima de tudo e de todos.

Este esconde um projecto de vida que felizmente nunca verá a luz do dia para bem de todos madeirenses. Enganou quem o acompanhou há quatro anos e aqueles que foram na onda votando na mentira.

Ironia do destino aquele que pretende derrubar também é um cínico praticante. A sua pouca qualidade    e ausência de valores (para este vale tudo) levou-o a entrar em negócios pouco claros tentado colocar no mercado da Guiné Equatorial medicamentos fora de prazo.

Estão bem um para o outro.

O dos negócios e projectos falidos tem andado por terras de Machico em campanha onde se diz irá marcar presença em breve, o comandante da geringonça em mais um acto de submissão de um fraco recandidato aos figurões de Lisboa.

Estará o ainda líder a pensar que esta sua súbita disponibilidade para andar nas arruadas lhe dará acesso à partilha do palco comicieiro ao lado do parceiro em matéria de cinismo, vindo da capital?

O problema é se o sem vergonha do Funchal que anda a conspirar contra ele por lá aparece e lhe rouba o lugar na fila da frente.

Uma coisa é certa, o da careca não vai faltar na recepção no aeroporto e quem sabe, já terá recebido convite para o repasto, coisa que o do sorriso amarelo ainda líder, corre o risco de não ver chegar às suas mãos.

domingo, 17 de setembro de 2017

Passou um mês sobre a tragédia do Monte e houve missa em memória daqueles que perderam a vida no fatídico dia.

Ninguém conseguiu sinalizar na igreja o homem que se escondeu na falta de sinalização da maldita árvore que ceifou mais de uma dezena de vidas.

Não é possível perdoar esta ausência ao lado daqueles que ainda vivem o desgosto da perda de familiares e amigos.

O  homem que recuperou com uma facilidade inimaginável a postura sorridente e plástica que é imagem de marca, foi incapaz de dar um sinal de solidariedade, responsabilidade e de humildade.

Para ele é mais importante continuar a vender banha de cobra.

O que não deve ter falhado é o sinal à conta do mais recente encarte de propaganda.

Sinalizado e assinado...  

sábado, 16 de setembro de 2017

O chefe manifestou a sua agonia alto e em bom som.

Acha que é urgente a Madeira ter um sistema fiscal próprio.

Pergunta-se??? Só agora é que descobriu esta premência?

E então, a amizade e cumplicidade com o ressabiado que convida anualmente para a grande festa não serviu para nada. Não era este tipo, o Primeiro-Ministro que melhor se identificava com a Autonomia?

Agora não vale a pena cobrar nada ao homem porque há o risco do mentiroso compulsivo vir dizer que nunca ouviu falar em tal pretensão dos madeirenses e chutar a coisa para o governo da geringonça e à falta de melhor, surfar a onda do descontentamento do nosso chefe.

O ''grito'' surgiu numa visita a um armazém localizado nos domínios do concelho de  Santa Cruz e só assim se compreende a presença do ''verdinho'' da irmandade que por ali governa mal, e muitas vezes em proveito próprio e do seu grupo de apaniguados.

Ao menos devia ter havido o cuidado de evitar o descaramento do emplastrinho que aproveitou o momento para mais umas fotos e imagens ao lado de gente importante em plena campanha eleitoral.

 

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

A folha do costume em dificuldades para encontrar um ''continuador'' da maledicência que a caracterizou durante anos e anos (voluntários há de fartura mas eles já terão interiorizado a necessidade de fazer ali uma renovação) abriu as suas páginas a um palerma a quem entregaram a tarefa de escrevinhar sobre aquilo que foi ouvindo dizer por uns falhados que nunca deram qualquer contributo válido a esta terra, em mais de quarenta anos de democracia e autonomia

Os ''doutrinadores'' do agora integrante da equipa recandidata à Câmara do Funchal, andaram a pregar  ao rapaz a desgraça e a má língua. O que o infeliz parece desconhecer é que estes que agora o incensam envelheceram no meio dos fracassos que protagonizaram durante décadas.

O jovem velho, tem tiques de deslumbrado e quem sabe a ambição de dar passos maiores do que as  suas pernas e cabeça lhe permitem.

Reproduz numa espécie de manifesto os contos de embalar que terá ouvido em surdina por praticantes da ''política da terra queimada'' que infelizmente ainda andam por aí.

Assume posição de cátedra para a qual mostra não estar habilitado, falando  de Escolhas, de Passado e Direcção ao Futuro.

Elabora sobre partidos, traições armado em argumentista de novela e não esconde o seu deslumbre sobre o protagonista de sua eleição.

Escancarando as suas preferências deixa cair a máscara do ''jovem? descomprometido e preocupado'' que em outras ocasiões pretendeu exibir e assim vemos o ''ciniquinho'' ambicioso que sempre viveu na figurinha.

Por vezes até parece que já se vê como presidente ou figurão em qualquer coisa no futuro.

Que se cuidem aqueles que agora lambuzam este ''Joãozinho'' novo recruta da folha inglesa.

Já agora, talvez não saiba mas quem decide as eleições em democracia é o povo por muitas loas que faça à sua lista.




  

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Só faltava agora o ''bafos'' homem de mão dos ingleses (enquanto lhes der jeito) vir agora com a estória dos gastos na saúde. Fala em despesismo e inventa números como o absurdo de faltarem uns dez milhões de euros para medicamentos até ao final deste ano.

E  que tal se lhe apresentarmos uma solução.

Devolvem-se os quatro milhões dos anúncios e cadernos sem qualquer interesse, devolvem-se à procedência os dinheiros dos subsídios que têm servido para alimentar a teia e os conluios com os ''mentirosos'' número, número dois e até com o pequeno número três. Esquecem-se os tristes que acabaram despedidos e lá está...quarenta por cento (no mínimo) do problema ficava resolvido.

No final talvez ainda fiquem uns trocos (um por cento???) para os bolsos de umas personagens que usam a folha para mal dizer e chantagear aqueles que lhes proporcionam a boa vida que levam.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Apareceu por aí uma novela africana rasca (porque será que foi escolhida a latitude?

O autor não terá, dificuldades em interpretar um pouco de africanismo nomeadamente com tempero afrikaans e da língua falada na zona fronteiriça.

Fale com o muata alguém que como ele gosta muito de aoué. Apesar de tudo o que vem escrevendo todos sabemos que é um cacata que passa vida na machimba. Não tem bassa  é uma nhoca e é um homem uó.

É um putz  um kromming e um min betroube. Is nora porque não passa  de um nutteldoos e um verlloorder.

Suig, nutteldoos gosta de jamila é um see rower à solta.

Spoeg op jou bord waar jy eet is.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Será que o ''galinheiro'' recuado construído no alto do edifício na Rua da Alfândega dado pelo regime salazarista aos ingleses, se encontra legalizado?

Uma coisa é certa ultrapassa a cércea de todos os edifícios construídos à volta.

Por onde andam os fiscais da Câmara?

Então os ''justiceiros'' do número um, do número dois e do pequeno número três, ainda não viram a ilegalidade?

Andam a comer de forma directa e indirecta no orçamento, escudados em empresários alguns com uma longa vida começada nos tempos do velho regime derrubado há mais de quarenta anos .

Não vêm a ilegalidade?

Andam todos ao mesmo... protegendo quem lhes dá de m...!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

A entrevista tem todos os contornos de um grande frete, bem cobrado por uma comunicação falida  que continua a meter directa ou indiretamente as mãos no Orçamento suportado pelos dinheiros do povo.

O protagonista é o incontornável ex-PPD, ex-empresário, antigo bombeiro nas horas vagas, ex-secretário geral da associação dos patrões, ex- funcionário do CINM, antigo homem de mão de uma família inglesa, e ainda presidente dos socialistas (por pouco tempo...estão a fazer-lhe a cama).

As declarações do fraco líder contêm a sua intenção de promover uma ''geringonça'' nas eleições de 2019.

Mas ele não está a ver um filme ainda em exibição?

Que não chega lá é mais do que certo, mas o pior é o estado da sua memória.

Então o que é que aconteceu em 2015?

Não foram os socialistas que tomaram a iniciativa da coligação eleitoral com o PTP  do ''senhor'' Coelho com o PAN e com o MPT?

O resultado foi um desastre.

 Lembra-se? O ''senhor'' Coelho apanhou a boleia e o PS ficou com a sua representação parlamentar reduzida a cinco deputados.

Isto para não falar na artimanha (um verdadeiro saco de gatos)  que levou o careca à presidência da Câmara do Funchal. Não tivessem acontecido os fretes do ''senhor'' Rodrigues e as manhosices do advogado de vão de escada e do actual recandidato e tudo se teria desmoronado.

Mas que grande estratégia tem este desesperado que anda a sonhar com o pai Natal!
  

domingo, 10 de setembro de 2017

O ''Gilinho'' desta vez colocou o dedo na ferida ao desmascarar o aborto que um certo grupo hoteleiro resolveu construir em forma de caixote mal amanhado, pombal, armazém de atacados (é difícil de catalogar).

O consagrado arquitecto do complexo do casino ali mesmo ao lado deve estar dar umas voltas na tumba lá pelos Brasis

O ''susto'' é da responsabilidade de um grupo que deve ter recorrido aos bons ofícios de uma conhecida figura que se bamboleia pela vida madeirense, e que por certo teve dedo na decisão dos cafofos da Câmara que andam a fazer de conta que não é nada com eles.

O terreno foi expropriado em tempos, ainda nos anos do presidente do Conselho Marcello Caetano, para que no local fosse construído um parque de estacionamento ao serviço do Casino e acabou englobado na concessão que tem vindo a ser prorrogada sempre sem concurso público.

O terreno é por isso propriedade da Região.

Chegou a haver um projecto para a construção de um hotel no local onde se previa um estacionamento subterrâneo, mas face à oposição da família expropriada a coisa não foi para a frente.

Agora por ''artes de magia'' quem passa pela Avenida do Infante depara-se com caixote inestético que ainda por cima não cumpre requisitos legais.

Bastaram quatro anos para destapar a careca de um e confirmar a forma sorrateira de actuar de um outro.

sábado, 9 de setembro de 2017

O ''verdinho'' que ainda se senta nos Paços do Concelho de Santa Cruz pensa que o facto de ter contaminado as eleições autárquicas com uma série de ''fantoches'' que aceitaram protagonizar o embuste por ele montado, agora também fora das fronteiras do simpático concelho do leste da ilha onde nasceu aquela coisa manhosa, anda a gastar dinheiros do povo em proveito da irmandade e dos  seus apaniguados. Acha-se com estatuto e moral para praticar todo o tipo de abusos.

''Ditadorzinho'' de paróquia não gostou de ser chamado à atenção pela Comissão Nacional de Eleições.

O sonso e os que o acompanham teve em tempos a benção de uns idiotas úteis entre eles o senhor Rodrigues à época aos comandos do CDS na Madeira.

Tem andado a aldrabar e a mentir e agora achando-se senhor absoluto da situação recorreu a meios ilegais para continuar a manipular a população.

Foi advertido e não gostou.

Mas que pena!



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

À primeira vista chegou a parecer que tinha havido puxão de orelhas do Comité Central ou alerta do controleiro de serviço.

De facto, depois de tanta colagem e serviços prestados à equipa liderada pelo careca, o tom de uma entrevista do advogado parasita agora revelada (grande farsa) falando de ''erros de prioridades'' e acusando os actuais ''donos'' dos destinos da câmara de promoverem jogadas na disputa política e imagine-se, pagarem a preço de ouro anúncios de primeira página no tal diário, é uma cambalhota de todo o tamanho protagonizada pelo envelhecido e eterno candidato, que anda há anos a assustar os automobilistas nas muitas rotundas da nossa cidade.

O candidato comunista conhecido pelos seus expedientes fabricados em vão de escada definitivamente não tem vergonha na cara.

Temente do anunciado frente a frente com o ''camarada'' Jerónimo  que aqui vem (se o vento ajudar) antecipadamente mendigou a entrevista lançado muitas críticas aos cafofos, mas teve o cuidado de acautelar a relação promíscua que mantém (para consumo interno) criticando quem já não governa a cidade há quatro anos e trazendo à liça o questão do tal hotel e a calamidade do 20 de Fevereiro, que  tem sete anos.

É conhecido o sofrimento vivido pela população madeirense e em particular pelos os residentes na cidade do Funchal. Desconhecem-se os contributos de quem já na altura tinha responsabilidades na vereação da cidade.

O que dá para rir é a sua ''farpa'' aos cafofos acusando-os de terem andado de costas voltadas para o governo.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

O tempo corre e o abismo pode estar ali na próxima curva.

Os dias passam aceleradamente mas ainda há tempo para evitar dissabores.

Alguém disse atempadamente que tudo poderia ruir se houvesse desunião e se permitisse que  interesses individuais e de grupo destruíssem um projecto mobilizador feito de combate e resistência a apetites gerados à distância.

É tempo de denunciar aqueles que se vergam a Lisboa e que procuram emoldurar a sua vaidade passeando lado a lado e dando palco a gente que nunca quis o bem da nossa população.

Podem vir com charadas do tipo ''rigor e transparência'' e orgulho em obra plastificada e   desempenhos que enganaram incautos.

Podem outros (outras) escreverem manifestos onde dizem que sempre estiveram no lado certo da história, escondendo o radicalismo que sempre foi a sua imagem de marca. Estes (estas) foram sucessivamente derrotados pelo voto do povo. Povo que na verdade queriam ver na miséria e assim vulnerável aos seus apetites ditatoriais.

Outros em desnorte, afectados por falhanços que se devem à sua soberba, podem andar por aí vendendo importância que de facto nunca tiveram. 

A hora da verdade está ao virar da esquina. 

Não venham depois envolver na ''carpideirice'' quem não tem nada a ver nem foi ouvido nem achado na elaboração de uma estratégia suicida que descurou a possibilidade de haver chantagistas à solta.       

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

O desnorte é tão evidente que agora vemos o homem a deitar mãos a tudo e mais alguma coisa, pensando que assim vai ganhar as graças de uma população farta de aturar as suas golpadas.

Não tem emenda nem há remédio capaz de lhe dar tino.

Agora ordenou a um dos seus empregados (vá lá saber-se que mais), alguém sem categoria instalado nos negócios da noite que vive de expedientes entre eles dar cobertura ao lobista, um ataque à representação do partido a que diz pertencer.

Só faltava no cardápio do ''falhado'' este ataque idiota e nojento a pessoas que têm colocado ao longo do seu mandato, a sua cidade acima de tudo.

Não foram eleitos para defender interesses particulares e de grupo

Mal habituado, pensa que vale tudo e acha-se no direito de tomar conta e mandar fazer o que bem entende até no património histórico da cidade.

Recorreu (obrigou o seu lacaio a dar a cara num comentário numa rede social ), e deu a dica à folha mentirosa que tem debaixo de ameaça, dependente da publicidade que lá põe e temente das suas entradas intempestivas nas instalações, fazendo-a publicar o ataque aos seus companheiros??? de partido na vereação do município funchalense.

E agora!

Pergunta-se?

Agradecido vai votar no careca, desfilar nos cortejos de campanha e dar a cara pelo adversário da candidatura do partido que tudo lhe deu e o tem incluido nas listas para o parlamento da Região?





    

terça-feira, 5 de setembro de 2017

O senhor Rodrigues o homem que descredibilizou o CDS na Madeira continua na sua luta pela sobrevivência. Vive à custa da política pois fora desta não arranja trabalho. Por onde andou já lhe fizeram a radiografia e conhecem de ginjeira o bluff a falsidade e a deslealdade que são a sua marca.  

Costuma vangloriar-se de umas votações simpáticas mas estas todos sabemos, foram  conseguidas através da encomenda de cadernos e suplementos.

Este conluio com certa imprensa regional (para aparecer melhor nas fotografias até houve cara intervenção estética e branqueamento no sorriso), acabou tendo tendo consequências nos cofres do seu partido os quais acabaram depauperados. O susto foi grande e ainda há sequelas...

Correrem-no da liderança quando ele já tinha apanhado o modo lisboeta de falar (sonhava fazer carreira no parlamento de São Bento) mas ei-lo agarrado com unhas e dentes na Câmara do Funchal feito muleta da turma cafofiana a quem está devedor de um emprego para a sua actual mulher.

Porventura para gastar o saldo (ou em agradecimento pelas ajudas dadas no passado) a folha mentirosa deu-lhe espaço para fazer prova de vida e lá veio o senhor Rodrigues cheio de prosápia falar no seu contributo para a cidade (riam à vontade) de centenas (deve estar em estado de delírio) de propostas da sua autoria, umas aceites (diz ele) e outras mandadas para o caixote do lixo dos Paços do Concelho por não terem qualidade mínima (esconde) ou dando forma a mais uma encenação típica nos vendidos.

Convenientemente, esqueceu-se (tal como o seu substituto no partido) de dizer que votou sempre ao lado do careca e se absteve quando isso não colocava em causa o seu amigo presidente.

Tudo gente ''séria'' sem profissão para além das chafurdices que andam a fazer na política.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Ainda há quem olhe para o PCP, independentemente das discordâncias, como uma formação política que na rigidez das suas opções (erradas e fora de tempo) mantém alguma coerência nas suas propostas.

Há os que em comparação com o bloco, colocam os comunistas como uma organização que cumpre com tudo aquilo com que se compromete e por isso serão um importante suporte da chamada geringonça lisboeta.

Por aqui o PCP  é claramente a excepção que confirma a regra. Com uma implantação modesta na nossa vida política (felizmente) insiste há tempo de mais em figuras pouco recomendáveis como o emplastro que anda ano após ano a envelhecer nos cartazes de campanha do partido.

Advogado de aviário, colou-se nos últimos quatro anos à farsa protagonizada pelo careca na Câmara do Funchal.

Foi muleta nas votações cafofianas em troca de uns ''trabalhinhos'' que lhe têm passado para as mãos de forma discreta.

Encontra-se mais uma vez em campanha eleitoral e acaba de se sair com uma que bate o apoiado (por ele) careca em demagogia e oportunismo.

Anda pelos Paços do Concelho há tempo de mais e só agora descobriu a necessidade de um programa de reabilitação urbana para a cidade do Funchal. Diz que tem uma ideia que permitirá a fixação de trezentas famílias no centro do Funchal.

É mais um caso daqueles que suscita uma dúvida. Trezentas??? porque não quinhentas...mil???

Estará ele a ver aqui um potencial negócio para o vão de escada onde exerce advocacia?

domingo, 3 de setembro de 2017

Devaneios de campanha ou como se andam a gastar milhares de euros para pagar manipuladores importados.

''Cumprimos pelas Pessoas'' - grande prémio da banalidade.

''O meu compromisso é com o Funchal'' - medalha de lata para esta grande inspiração.

''Olhar pelas pessoas'' - com ou sem óculos???

''Queremos a CMF fora de joguetes e de interesses'' - Verdade??? 

''Requalificar o Funchal do mar à serra'' - cópia envergonhada de frase em tempos ouvida e já agora seria bom explicar melhor este ''enorme'' projecto.

''Em 2016 a autarquia não devia um único euro'' - Siiim???

''Em 2017 o Funchal será a quinta cidade do país que mais IRS devolveu às famílias'' - Porque não a segunda a terceira ou mesmo a primeira cidade? Uma boa gargalhada para esta gabarolice fabricada pelos experts lisboetas.

''Rigor e boa gestão'' 
''Transparência nos procedimentos de contratação pública'' - Um sorriso de ponta a ponta para não massacrar mais os músculos abdominais.

''Redução do IMI para a taxa mínima'' - A política do vale tudo (podia ser do Azevedo de má memória na nação encarnada) no seu melhor.

Tiradas dramáticas:

''O carvalho que caiu no Monte não aparentava problemas''
''Árvore nunca esteve sinalizada como perigo de queda'' 

Rol de promessas à medida da estação: 

''15 milhões em requalificação urbana'' 
''Investimento (mais uns milhares) na recuperação de todos os bairros sociais camarários''
''Manuais Escolares gratuitos do primeiro ao terceiro ciclo''
''Bolsas de Estudo para o Ensino Superior''  
''15 milhões (outra vez 15, porque não 10,11 100) na qualidade de vida nas Zonas Altas.

Uma das últimas: 

Criação de uma Polícia Municipal com competências no urbanismo e no ambiente e na fiscalização dos regulamentos municipais entre muitos absurdos - Solte-se uma grande sonora gargalhada porque esta é de antologia.

E que tal se governassem a cidade sem demagogias e tanta propaganda? 

Podiam começar por mandar varrer as ruas da cidade, recolher o lixo a tempo e horas, ir batendo com os canhotos nas árvores (conselho do antigo homem das florestas) para avaliar a saúde das ditas, investir no arranjo dos jardins e rotundas que se encontram num estado lastimável, não atrapalhar a vida da população que vive no Funchal e sobretudo deixarem de se meter em coisas que não cabem nas competências das autarquias.

    





sábado, 2 de setembro de 2017

E que tal se estes candidatos e recandidatos deixassem de maçar os eleitores com promessas ridículas e passassem a se ocupar dos verdadeiros problemas que afligem as populações?

Veja-se o descarado vira-casacas de Câmara de Lobos e os ridículos 155 mil euros que promete devolver no IRS num concelho com pouco mais de 35 mil habitantes distribuídos por 5 freguesias.

Há muito por fazer neste concelho que é um mais carenciados da Região e este palavroso agitado acena com esta esmola, sem corar de vergonha.

Estamos a um mês das eleições e o povo tem de penalizar oportunistas deste jaez neste caso mandado-o escamar o peixe para os calhaus da baia que ofereceu à especulação hoteleira.


sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Ao contrário daquilo que o conhecido homem de negócios com incursões falhadas na política diz, a solução para a construção de um novo hospital não passa pelas baboseiras que deu à estampa.

Bastava que os milhões dos jogos de casino e que os lucros da Zona Franca e do Centro Internacional de Negócios que convenientemente apoia, estivessem sob o controlo da Região e a Madeira já tinha resolvido o problema do hospital.

Em apenas cinco anos, estas concessões e negócios facturam os milhões que dariam à Região todas as condições para concretizar  em conjunto com o prometido apoio nacional esta urgente aspiração da nossa população.

Os madeirenses e os porto-santenses já conhecem os truques da ''bisca'' e há muito desconfiam da verborreia de alguém que apareceu nas Listas dos Panamá Papers, que se mexe em off-stores e se esconde em negociatas milionárias.

Fica-lhe o mal o ódio que tem a quem lhe deu carreira e lhe abriu caminhos durante décadas.


quinta-feira, 31 de agosto de 2017


Finalmente  ficamos a conhecer o dia da apresentação (sim não estamos a falar da entrada em vigor) da Lei que irá trazer prosperidade a todos os madeirenses e porto-santenses. 


12 de Agosto de 2026, é dia de eclipse total do Sol e será na obscuridade de 9O por cento do nosso território que a famigerada lei que em tempos idos foi bandeira de campanha interna num conhecido partido acabando por dar lugar à continuação de caras mordomias, finalmente aparecerá abrindo as portas do paraíso a todos nós que aqui vivemos em pelo atlântico.

É difícil imaginar o nome da pessoa que estará aos comandos da situação, mas uma coisa é certa se Deus lhe der vida e saúde (o que todos desejamos) o autor da lei salvadora terá 73 anos nesse dia que será de festa para todos nós. 


Entretanto, a estória do plátano intervencionado pela turma cafofiana não se ficou pelo corte de uns galhos na árvore. A motoserra foi mesmo à base da velha planta.

E que tal se começassem a dar uns toques com os canhotos na fileira de plátanos que existe na  sacrificada Estrada Monumental. Podiam começar pela zona da Vitória na fronteira com o vizinho concelho de Câmara de Lobos. 

Sempre aproveitavam as recomendações  do antigo responsável das florestas e abençoado pelo senhor Bispo. A operação será demorada tal como as obras que nunca mais acabam na velha estrada, mas sempre teriam alguma coisa para apresentar antes do dia da verdade.

Viram? Lá pelo Norte á beira de um grande arraial o homem que manda por aqueles lados não se pôs com meias medidas. 

E assim vai a política nesta terra...


quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Ou foi por cagaço ou foi por recomendação de gente que percebe??? da ''poda''.

Pode ter passado também pelo briefing conduzido pelos lisboetas contratados para tratar da campanha, mas a verdade é que os plátanos da Estrada Monumental (não vá o diabo tecê-las), estão  a passar por um corte a eito nos galhos. Oxalá haja no local pessoal qualificado para a execução deste tipo de trabalhos .

Nas quatro semanas que aí vêm esta gente que só pensa no poder vai dar cabo  da paciência dos cidadãos que já não podem com estradas esventradas, sendo por isso obrigados a circular aos solavancos e em constantes desvios das buraqueiras no piso, isto para não falar daqueles que respiram as poeiras de obras mal planeadas.

Aconteceu a tragédia no Monte e o recandidato, equipa próxima e conselheiros bem pagos, continuam a meter  os pés pelas mãos em tudo o que mexe na cidade do Funchal revelando muita incompetência e falta de tino.

Será que já se deram conta de que não basta muito prometer sorrir de orelha a orelha e comprar notícias simpáticas e manchetes...



  

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Há muita preguiça ou coisa mais séria (fala-se em obediência cega) na folha de segunda categoria cuja estrutura foi delineada no outro lado da rua.

Houve rodopio numa espécie de passadiço por onde circularam uns vendidos nomeadamente um certo ''mestre'' das famigeradas pirâmides.

Na folhinha impressa nas máquinas de propriedade inglesa, tal como a outra, recebem-se as matérias (notícias) já cozinhadas e temperadas ao gosto freguês. Aquilo é uma verdadeira vergonha.

Ou não há competência ou já mandaram às malvas os critérios editoriais e as regras deontológicas. As duas hipóteses são merecedoras de censura.

Por ali também circula, directa ou indirectamente, muito dinheiro do povo.

Por ali, no outro lado da rua, o que interessa é não mexer com certos interesses, sejam eles económicos, políticos ou até sociais.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Este modelo de campanha eleitoral a que vimos assistindo chega a ser chocante pelos valores envolvidos (milhões bem largos) para pagar os caros cartazes de todo o tipo e tamanho que andam por aí espalhados num exibicionismo sem decoro quando continua a haver uma parte significativa da população a passar dificuldades.

Depois há ainda aquela tristeza de alguém que governou uma câmara na base de muito artificialismo, auto-promoção e propaganda descarada e bem paga, a chegar ao ponto de ir buscar ao continente uns ditos especialistas que não vêm a ponta de um corno sobre a nossa realidade. Dizem que até os nomes das freguesias e geografia confundem.

Em ambientes ''pimba'' e provincianos pode ser que ainda funcionem... Mas que fazer quando há políticos plastificados que se deslumbram com o som dos ''iiis'' sempre que põem um pé no aeroporto da Portela.

Tudo isto também nos trás à memória um certo candidato numa disputa partidária que chegou a dizer que ele próprio iria colar os cartazes (por certo modestos) se um dia chegasse à liderança do seu partido.

Foi da sua boca que saiu a bombástica intenção de criar as condições para um corte de 80 por cento nos subsídios aos partidos.

Demagogia de um reformado que não chegou lá (foi derrotado mas consentiram que se instalasse no centro do poder) e que agora convive alegremente com a onda comicieira e nada diz sobre os chamados ''outdors'' que se vêm por todo o lado.

Até agora ninguém o viu de balde de cola e pincel nas mãos.

Promessas leva-as o vento!

 

domingo, 27 de agosto de 2017

Os instalados no sistema não se cansam de tentar enganar a população deste pobre país.

A pouca vergonha acontece aqui, mas também nos Açores e no rectângulo onde nos caiu em ''sorte'' a baptizada geringonça onde pontifica um político que começa a cansar as pessoas tal é a sua forma sonsa de governar.

Pensando que somos todos papalvos conluiaram-se mudando as regras que controlam os índices do desemprego de forma a que os números do desastre sejam mascarados. 

E ainda por cima há gente na comunicação social que dá eco à burla.

Abatem-se os falecidos (à pressa), abatem-se os emigrados e nem se respeitam os desesperados que por terem deixado de acreditar já nem respondem às notificações. Com esta política também desaparecem das listas todos os que já perderam o subsídio, mas que continuam sem ocupação. Chegam ao ponto deixar de contabilizar manhosamente os milhares que enviam para uma espécie de formação em departamentos do estado e das regiões mas sem qualquer perspectiva de estabilidade nas suas vidas. 

Até os que se reformaram não escapam à estatística mentirosa. 

O problema destes sem vergonha instalados nos aparelhos que nos desgovernam é que há famílias que sofrem uma realidade bem diferente no dia a dia vendo próximos e amigos sem trabalho e sem perspectivas de poderem melhorar as suas vidas.

Por aqui já mete nojo ouvir uma figurinha em gabanço constante falando em superavites que não dão de comer a ninguém, nem mexem com a economia.

Não há investimento, vamos a caminho do desastre e da perda de milhões a fundo perdido, não se fazem obras e os impostos nunca dão um alívio às pessoas. 

Pergunta-se onde estão os efeitos da proeza tão glorificada em notícias e entrevistas simpáticas, por certo bem pagas. 

Será que conhecem a estória do dono de um burro que resolveu cortar a ração diária do animal pensando que assim pouparia uns tostões e que acabou por ver o bicho sucumbir à fome?

Cartão vermelho para a geringonça, para o socialista açoreano e para os que se apoderaram da situação na nossa terra. 
  

sábado, 26 de agosto de 2017

Prometeram sem ter avaliado a viabilidade do projecto e agora escundam-se num parecer de uma senhora do governo da ''geringonça'' numa vergonhosa subserviência fora de prazo e ainda por cima aparecem com ar de vencedores.

A questão do ferry com esta decisão de só em no primeiro semestre de 2018 eventualmente ver a luz  do horizonte, ilustra bem a incompetência dos envolvidos que persistem em mandar poeira para os olhos de uma população que  continua a não ver a forma de ultrapassar os preços das viagens aéreas a custos exorbitantes, penalizando residentes e pais que têm de mandar os seu filhos para as universidades continentais, ou simplesmente verem garantidos os seus direitos constitucionais de mobilidade.

Não vale a pena o homem da economia e transportes vir com com conversas de chacha sobre competitividade e alternativa ao transporte aéreo.

Em pleno século XXI ninguém programa a sua vida em função de longas viagens maçadoras por mar e sem condições quando há a alternativa de chegar ao seu destino em uma hora e meia.

Por mar é muito bom quando se viaja em lazer e em boas acomodações nos grandes transatlânticos.

Este senhor com responsabilidades no governo pensa que tudo se faz em modo ''extreme'' mas nunca o veremos a suportar o desconforto de uma viagem por mar entre o Funchal e qualquer porto do território continental  dormindo em cadeirões desconfortáveis ou mesmo em pindéricos camarotes de navios sem condições.

Fala em preços entre os 25 e os 30  euros por trajecto e em camarotes com custos que podem chegar aos 100 euros por percurso gozando com as pessoas.

Este caderno de encargos agora apresentado que vai acabar sem interessados é mais um fracasso de um governante que nunca mostrou competência e sensibilidade para o problema das viagens entre a Madeira e o continente revelando mais uma vez a seu desprezo por uma população que deseja ver resolvida a vergonha que onera o seu direito de utilizar a forma mais rápida e eficaz para se deslocar no espaço nacional.

Devia ter vergonha.

Não passa de um agachado aos pareceres do Terreiro do Paço sujeitando-nos a uma coisa  fora de prazo e  que só serve para fazer circular uns carrinhos no verão, abastecer uns ''standes'' manhosos de automóveis e aumentar os  lucros de uns merceeiros que andam a explorar a nossa população.  

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

A poucas semanas das eleições destapa-se a falta de vergonha e aumentam os ''expedientes'' do tipo chico esperto de certos candidatos.

Veja-se o caso do recandidato à Câmara do Funchal, que depois de se ter estampado na sequência do desastre no Largo da Fonte no Monte, acaba de desconsiderar os Bombeiros Municipais da cidade dando a Lisboa (afinal estamos perante mais um vendido aos senhores da antiga capital do Império) competências para a organização de uma chamada formação, como se não houvesse gente por aqui com conhecimento e provas dadas. Descobriu agora que os Bombeiros Municipais do Funchal não recebem formação há muito tempo.

Mas só agora no final do mandado é que descobriu essa necessidade. Afinal o que é que andou a fazer nestes quase quatro anos que leva sentado nos Paços do Concelho?

Será que a sua principal e única preocupação foi alimentar uma cara máquina de propaganda que fez viabilizar folhas em dificuldades?

Ou por outro lado acha que é com a recepção a esta embaixada lisboeta e uma cerimónia de ''caca'' com cobertura mediática, que vai branquear a borrada feita nas últimas semanas?

Em Câmara de Lobos temos também um engana cristos que teve a lata de criticar a gestão do seu antecessor por acaso eleito pelo seu partido, falando em diminuição da dívida da câmara, ao mesmo tempo que ''agitava um maço de notas'' para obras em estradas que descobriu estarem necessitadas (diz ele) de ''requalificação'' uma palavra rebuscada que até faz lembrar o outro que se fartou de tirar às pessoas (este desgraçou a classe média  e muitas empresas deste país enquanto cinicamente falava de reajustamentos).

Deve ser um dos que por aqui, ainda se encontram rendidos ao coveiro do partido que já foi social democrata.

Este que chegou ao poder num concelho enquanto mantém residência no vizinho Funchal, e é conhecido pela seu vira-casaquismo, também resolveu anunciar novidades a poucas semanas das eleições.

Partido da abstenção a 1 de Outubro.      

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

A concessão de bares, cafés e restaurantes parece que vai ter de obedecer a novas regras impostas pela UE (fala-se em directivas).

Sendo assim, por cá muito há a fazer. 

Na verdade, já tem anos as dúvidas levantadas nesta terra sobre a forma como têm sido concessionados vários espaços de propriedade das câmaras e até mesmo de empresas participadas pela região (ou que foram), a certas pessoas que se escondem (imaginam-se as razões) por detrás de fictícios gerentes que mais não são do que pequenos sócios??? ou serviçais obrigados a gerir o dia a dia dos negócios ''oferecidos'' à exploração e cujos maiores lucros (boa fatia) são entregues àqueles que nunca sujam as mãos nem trabalham, limitando-se a impor sempre que julgam necessário a sua presença em audiências (diz-se por aí que às vezes basta usar o telemóvel)  e a manobrar as coisas a uma conveniente distância. 

Ainda bem que parece haver esta iniciativa comunitária no sentido de tornar tudo mais claro.

Aguardemos para ver como os ''empresários'' até agora bem instalados na penumbra vão descalçar a bota.    

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Até parece que vale tudo nestes tempos que estamos a viver.

Agora é o antigo bombeiro e por enquanto líder socialista, a fazer uma visita a Machico tentando conquistar as simpatias  do recandidato, falso como Judas.

O tipo sujeita-se a cada uma. Sabe que por ali todos lhe querem ''espetar a faca nas costas'' mas mesmo assim recorre à mentira para agradar ao anfitrião (grande frete fez este na recepção ao ainda líder) afirmando que esta câmara que se encontra de saída, pagou dívidas deixadas pela vereação PSD. 

Este desorientado e sob pressão dos caldinhos armados pelo ''vermelhão'' e pelas traições do vilhão de Santana, gosta de  fazer gala de uma grande sabedoria (na verdade é um incapaz)  em contas e em estado de desespero tem o descaramento de alinhar na burla dos responsáveis machiquenses que nada fizeram pelo seu concelho nos últimos quatro anos, a não ser pagar a preços exorbitantes cadernos de propaganda que ninguém lê na folha inglesa. 

Ainda por cima lá pelo leste da ilha ninguém respeita o homem.

 


terça-feira, 22 de agosto de 2017

Ao que isto chegou!

Agora governa-se a Região Autónoma da Madeira em função de pareceres de ministros do governo de Lisboa.

E ainda por cima vai ser preciso esperar pelo ano que vem para ver se a promessa levianamente apresentada para ganhar eleições vai mesmo ser concretizada.

O mais certo é a senhora do ministério que deu o parecer favorável e o rapaz que garbosamente comentou notícia para toda a ilha ouvir, já  não se encontrarem em funções governativas  quando alguma coisa apontar no horizonte (se é que isso irá acontecer algum dia)

Povo enganado!


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Estamos no Dia da Cidade do Funchal e espera-se que o bom senso impere e não tenhamos de ouvir  discursos tontos e disparates de campanha eleitoral.

Esta Câmara que só se mexe sob um gritante artificialismo comandado por uns ditos ''experts'' contratados em Lisboa, tem gerido muito mal as embrulhadas em que se meteu nestes dias e semanas que correm em ritmo acelerado para o momento da verdade.

Então, faz lá algum sentido a trapalhada à volta da construção do novo Savoy que obrigou à suspensão de uma parte da obra, e ali mesmo ao lado se deixar nascer na ''paz do senhor'' uma pouca vergonha que insulta uma vizinha peça arquitectónica de referência que ali nasceu há décadas e valoriza o património da cidade.

Nem estacionamentos o mamarracho tem. Pelo o meio houve ainda um fechar de olhos dos senhores da câmara ao abuso cometido em um hotel acabado de mudar de mãos( à socapa e sem licença diz-se que terá passado de 120 para 240 quartos).

Fazer política e ainda por cima em orgãos do poder autárquico, exige competência mas sobretudo falar verdade.

Ainda há dias, minutos antes da tragédia no Monte ouvia-se em directo nas rádios  o recandidato a falar de milhões e mais milhões, projectos prontos ou simplesmente alinhavados para a entrevista de oportunidade (o homem não pode ver um microfone, uma máquina fotográfica ou uma câmara de televisão e nisso já bate uma certa figura que tem a mania de se posicionar ao lado de importantes de Lisboa sempre que eles aqui desembarcam)

Pelos vistos os ''estrategos'' ao serviço da campanha do ainda presidente da autarquia funchalense agarraram-se arraial do Monte para promover e vender o seu cliente àqueles que eles tinham por potenciais eleitores, mas a desgraça que se abateu no local  tudo desmoronou, e foi o que se viu.

O sorriso que era então imagem de marca e ajudava a esconder a pouca substância, desapareceu e quem sabe nunca mais será visto...

Neste capítulo há quem se tenha escondido (nas actuais circunstâncias a possibilidade de sair asneira era  elevada).

Na verdade as ideias até agora apresentadas, o programa e uma notória falta de jeito não auguraram grande coisa e então toca a respeitar um certo ''silêncio de ouro''.





domingo, 20 de agosto de 2017

                                                                 Esclarecimento      


Nos últimos dias este blogue foi alvo de um ataque manhoso e por isso convém clarificar as coisas.

Colaboram connosco um conjunto de cidadãos livres representado várias correntes de opinião.

No dia a dia são aqui desmascaradas certas figuras que circulam pela nossa vida política colocando à frente de tudo os seus interesses particulares ou governando de forma sonsa julgam-se acima da crítica.

Já atingimos o meio milhão e visitantes e isso quer dizer alguma coisa.

Um direitolas que se instalou no partido do poder regional (onde ainda se mantém) para fazer prosperar os seus negócios e os dos seus amigos, apareceu a atacar e a fazer insinuações próprias do seu mau caráter.

Pelos vistos incomodado com as verdades aqui publicadas, recorreu a ''amigos'' na dita social (por acaso crónicos maldizentes do partido a que ainda pertence) os quais porventura tementes das suas pressões publicaram com a imagem da criatura um chorrilho de insultos a pessoas que não fazem parte nem nunca integraram o grupo de colaboradores deste blogue.

Não caro ''senhor'' Alberto João Jardim o homem que apadrinhou a sua ascensão na sociedade madeirense e que foi para si um intocável, vemos agora por puro oportunismo, (sabemos das suas confissões e reconhecimento sobre o papel do antigo presidente na sua carreira política, conhecemos a sua ficção sobre uma imaginária discussão com o seu mentor inventada no ano da sua dispensa do executivo regional em 1992 para justificar o seu fracasso na governação, temos conhecimento das suas desconsiderações ao politico que o amparou, feitas em bares elitistas da cidade) não tem nada a ver com aquilo que aqui se denuncia.

Registe.

Não escreve, não manda escrever, não orienta, não tem nada a ver com este blogue.

O tiro ao lado abrange também a sua suposição sobre um político já retirado Deixe-se de insinuações também este seu antigo companheiro das lides parlamentares não tem nada a ver connosco.

Não tem, nem nunca teve!

Entenda de uma vez por todas que foi o seu crónico comportamento (má língua) que o queimou na opinião dos madeirenses e porto-santenses, que precisam de trabalhar todos os dias para terem uma vida minimamente decente e pagar os custos das suas vergonhosas mordomias.

Deixe-se de invenções e de gabarolices de areal, o ''senhor'' não conta para as pessoas comuns desta terra.

Muitos ainda se recordam da sua vaidade sobre um convite de recurso que terá recebido de um primeiro- ministro de pouca duração, alguém que foi constantemente ridicularizado nas suas jornadas de má língua nos ditos bares.

São também conhecidas as suas ameaças à estabilidade da actual maioria parlamentar e as críticas que costuma fazer aos novos dirigentes do seu??? partido agora cinicamente elogiados, ao mesmo tempo que lhes dedica desconsiderações e desejos de insucesso nas tertúlias elitistas que costuma frequentar.

Estamos num país livre.

Os que aqui se expressam são muitos mais do que aquilo que imagina.



      

sábado, 19 de agosto de 2017

O Estado da Arte por estes lados anda muito mal.

Assim, vamos assistindo à falta de substância e qualidades de uns quantos que vivem o desespero de uma eventual queda. As aselhices e as intromissões em matérias para as quais não têm legalmente qualquer competência para intervir (a precipitação sempre foi mal conselheira) têm sido tantas e tudo pode acontecer...

Por outro, lado há os falhados (Que falhou ou correu mal; fracassado, malsucedido ...diz-se de um indivíduo a quem faltam as qualidades precisas para triunfar ou alcançar objectivos - Priberam Dicionário). Estes vivem em estado de negação e face aos revezes da vida, entram muitas vezes em delírio, e quando assim acontece pouco há a fazer.




sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Nem perante a tragédia esta gente mostra ter alguma sensatez.

Há gente a sofrer a perda de familiares e muitos a viverem o trauma de terem assistido à tragédia mas  continuamos a assistir ao oportunismo de políticos a sacudir a ''água do capote'' como se fosse mais importante a sua sobrevivência nos lugares que ainda ocupam.

Desavergonhados, bestas, incompetentes é o que são!

Não vale a pena virem para a dita ''social'' alimentada pelos dinheiros do povo (decisão dos próprios como se a população já não os tivesse debaixo de olho) com ''piadosas'' ajudas decididas em gabinetes porque nunca hão-de libertar-se das suas responsabilidades.

As prioridades são outras mas infelizmente a fome de poder tolda-lhes a cabeça.

Partido da abstenção para ver se acordam!



quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Como afirmou o antigo director regional das Florestas as árvores nem sempre morrem de pé.

Chamado a intervir no Monte, um dia depois da tragédia, o antigo responsável disse algumas verdades que deviam envergonhar aqueles que tentaram denegrir a sua acção no passado.

Passado este tempo, a casta de emplastros que costuma apresentar-se como ''perita'' em património natural, em ambiente e florestas (revelando afinal muita ignorância) anda desaparecida (o vaidoso fundamentalista que em tempos passou pela vereação da câmara deu tímido sinal de vida numa folha continental de pouca circulação e não teve grande protagonismo).

Agora colado a uma candidatura perdedora (a qualidade do número um da lista faz chorar as pedras da calçada) surgiu o substituto do profeta da desgraça na vereação da câmara do Funchal antes do período cafofiano. Apareceu no seu habitual registo cheio de arrogância a falar de limpezas e intervenções nas árvores do Largo da Fonte. Se saiu muitas vezes do gabinete, como disse, para acompanhar os trabalhos está mais do que visto que só lá esteve a atrapalhar.

Àqueles que andam a refugiar-se na ausência de qualquer sinalização??? na árvore que provocou o  desastre (desculpa esfarrapada) como é caso do recandidato careca, recomenda-se decoro face a tudo o que sucedeu.

Já agora e é de borla... este senhor devia mandar verificar os plátanos da zona turística da cidade, em particular na Estrada Monumental, que por decisão sua e da equipa que o acompanha, está transformada num autêntico calhau de ribeira.

Se no futuro tiver de enfrentar problemas na esgravatada zona não repita a vergonha da falta de sinalização.



   

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Aquele que era um dia de festa transformou-se num dia triste para a Madeira e para toda a sua população.

Há mortos, dezenas de feridos internados no hospital, sofrimento, muito sofrimento.

Foi um dia negro.

Foi um malfadado dia que transformou um momento de devoção e festa em angústia, trauma e perda.

Agora há gente a sacudir eventuais culpas, e sem respeito pelas pessoas que mais sofrem, a politizar tudo num triste espectáculo á frente das câmaras de televisão, nas notícias das rádios e nas páginas dos jornais.

Aqueles que se encontram em sofrimento, não são merecedores deste triste espectáculo onde são protagonistas actores políticos com responsabilidades na vida da nossa comunidade.

Lembremos o triste acontecimento com a queda de uma palmeira também em pleno verão no Porto Santo. Na altura houve gente de dedo apontado ao antigo presidente do governo num condenável acto de oportunismo e má fé. O presidente da Câmara da ilha na altura chegou a ter de suportar os tribunais de forma injusta.

Tragédias como esta agora verificada no Monte infelizmente acontecem.

Respeitem o sofrimento daqueles que perderam familiares, daqueles que têm próximos no hospital e de todos os que estavam lá quando se deu o triste acontecimento que vai perdurar na memória dos madeirenses.    

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O frenesim do advogado/deputado da situação trás água no bico, nunca é de mais lembrar.

Criado nos ambientes da velha escola da direita CDS, cresceu e depressa mostrou vontade de experimentar caminhos com outras ''garantias'' de futuro. Nunca mostrou um brilho por aí além na sua ''estadia'' no parlamento da Avenida do Mar.

Até parece que anda a receber ordens para perseguir o investidor do novo Savoy um empresário que comprou e está a construir um hotel com projecto aprovado pela Câmara do Funchal nos anos do novo chefe da situação.

Há quem se questione, e bem, se tudo não terá a ver com um conluio com os mandantes do vizinho do lado onde se sentam na mesa do conselho de administração um familiar muito próximo e um lobista profissional que só vê dinheiro e também por isso, regista no seu currículo vários fracassos políticos .

O certo é que nos escritos do advogado/deputado, ainda não saiu uma frase, uma dúvida, apenas uma dúvida, sobre a legalidade do caixote que está a nascer num parque de estacionamento público sem estacionamentos e regras mínimas de segurança.

Como político a criatura em questão, nunca mostrou nada de jeito Como traficante de influências e agitador tem revelado algumas apetências.

O problema é haver gente a dar cobertura a este incompetente.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

É nos tempos pré-eleitorais e eleitorais que vê às escancaras o perfil e a baixa qualidade de certos políticos que assumem sem vergonha na cara o papel de vendedores de ilusões e promessas que sabem de antemão nunca poderão cumprir.

O mal é geral e vai de uma ponta a outra quase sem excessões.

São candidatos às Câmaras da Região sob bandeiras partidárias, integram coligações, dizem-se independentes, mas todos falam de obras, de estradas, de caminhos, pavimentações, até de museus, de centros de saúde, hospitais, habitação social, chegam ao ponto de anunciar casas para os carreiros, prometem mais rotundas e centros cívicos, portos, um ror de coisas...

Depois temos a governar a actual situação em modo de pausa o tal do superavit o ''sem malícia'' que parece abominar obras embora lhe tenham confiado a gestão da ditas, aquele do barco que nunca chega e que assinou o roubo das passagens aéreas, o do inhame e dos cuscuz...

Entretanto, passado este tempo eleitoral, aqueles que se encontram actualmente em actividade frenética tentando enganar o nosso povo, recolhem a uma espécie de base. A excepção são de uns sem vida para além da agitação política, a qual lhes garante a ''mesada'' a cada dia vinte.

Passado este tempo de mentira e aldrabice à falta de melhor, virão novas sobre o malfadado superavit. sobre ciência e tecnologia???, informática, mar, céu...tudo menos aquilo que ouvimos prometer.

Partido da abstenção para dar uma lição a esta gente sem palavra e incompetente!      


domingo, 13 de agosto de 2017

Consta que o contabilista que descobriu a curiosa conta, três vezes dois igual a nove, deu um salto às Canárias para ter um encontro imediato com o armador dos navios com nome de vulcão, um tal  Armas, que em tempos escancarou as portas do seu escritório para uma sessão de propaganda político partidária, do sabe tudo sobre cerveja, refrigerantes e não apenas...

Cheirando a negócio resta saber se o conhecido lobista o acompanhou nesta saltada ao arquipélago vizinho.

Depois das fuçadas que o queque tem feito nas festas de Carnaval, da Flor e do Fim de Ano, e da entrega ao mano da organização de um evento de qualidade e projecção duvidosas (suportado com dinheiros do povo) só faltava agora mais esta.

Será verdade?

 

sábado, 12 de agosto de 2017

Preparem-se para assistir a um grande ''acontecimento''.

Consta que o novo chefe se prepara para mudar de armas e bagagens para a Casa Branca.

A diferença é que por aqui, a futura residência oficial??? está pintada em tons rosados e não tem sala oval.

Depois do cheiro a rosas e de uma breve adaptação à zona fina e turística, tudo estará já preparado para a mudança.

Será verdade?

Acreditar, não é fácil mas depois de termos visto e assistido a tanta coisa...

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

''Não tenho lobbies familiares em nenhum sector de actividade e por isso não tenho de ceder a nenhum deles''

A frase é de um repescado para a situação como prémio pelo seu ''combate'' às políticas e a pessoas do partido agora obrigado a atura-lo.

Confuso??? Dê uma grande e sonora gargalhada.

''O poder é perigoso e exige os pés na realidade''

Agora sorria, sorria, apenas...esta parece que saiu da boca do novo chefe ao falar  com uma senhora fina, da alta sociedade lisboeta, que de vez em quando gosta de se apresentar como jornalista, tendo sempre à mão uma ''toilete'' adaptada a todas as situações, patrões, políticos e estações.

Deve ter sido lindo de se ver tanta pedantice junta...

 



quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Parece que há turbulência na folha inglesa.

O  ''bafos'' estará a ver-se em  palpos de aranha. Depois de anos e anos a trair julgando-se muito esperto, jogou em vários tabuleiros e agora pressionado pela necessidade de facturar sem olhar a meios terá metido a ''pata'' na lama.

Por conveniência (tem corrido muito dinheiro dos lados do careca e não só) o ''nosso'' antigo cura, voltou-se para o ambicioso recandidato, mas agora a CNE estava atenta (já são muitas no currículo) e  pediu-lhe explicações.

Já num passado recente ele foi multado e constituído arguido levando consigo o homem de confiança da família inglesa proprietária da folha (especialistas em fazerem política à sucapa nesta terra) por ter andado a proteger candidaturas alinhadas com a sua ideologia.

São conhecidos os seus conluios com o também antigo cura Edgar e com um ainda em exercício na paróquia de São Roque. A este último deu carta branca para escrever umas reflexões tontas, tendo obtido para isso o acordo do mandante que tem acima, mas também do patrão inglês que quer é ver dinheiro a entrar.

Pudera, com este desnorte e falta de categoria dos instalados nos centros de decisão a facturação lá vai andado.

Os da nova situação, mas também os pretendentes às cadeiras do poder são o pão que tem alimentado a gula da folha ainda em estado de agonia financeira.

Neste último caso estão a lidar com um espertalhão ambicioso que dá mostras de saber mais da poda do que eles todos juntos.

E assim  entre ''bafos'', traições, falta de deontologia e mexendo em muita porcaria lá vai andado a aliança entre a política e a dita social,  nesta terra.
    

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Há muita gente a criticar e bem, a ''falta de regulação'' em matéria de conflito de interesses na classe dos agentes políticos.

Lembre-se que existe com aplicabilidade tanto na República como na Região Autónoma da Madeira e na Região Autónoma dos Açores um Regime Jurídico de Incompatibilidade e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e... Altos Cargos Políticos.

Aqueles que criticam o comportamento de certas figuras, têm toda a razão, porque sem qualquer reserva e decoro há muita gente que à descarada mostra estar a marimbar-se para a lei.

Há abrangidos pelas ditas incompatibilidades a dar pareceres jurídicos ao governo, outros a fazerem estudos económicos para Institutos sob a tutela do governo, gente na mesma situação de impedimento  envolvida em estudos de projectos agrícolas para o governo e para as autarquias, outros armados em professores a darem aulas particulares remuneradas, etc...etc...

Não há decoro.

Há um deputado agora muito activo nas redes sociais, não se percebe bem a razão, (mas vindo de quem vem é preciso estar atento aos desenvolvimentos do frenesim) a dar pareceres pagos, a fazer tribunal a receber clientes nos intervalos dos plenários da Assembleia Legislativa, há uma figura de topo na actual situação a usar o seu cargo para dar emprego a antigos funcionários do seu escritório (aliviou a folha salarial à custa de dinheiros públicos) tudo isto enquanto vai dando umas dicas a um familiar  jovem advogado, outro na zona oeste da ilha em negócios com emigrantes, não esquecendo o político falhado que se mantém nos corredores do poder a fazer lóbi e que há muito transformou o gabinete que lhe foi atribuído em central de comando das empresas e interesses a que se encontra ligado.

Haverá nesta terra alguém interessado em acabar com esta pouca vergonha?  

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Agora é a Comissão Europeia a levantar dúvidas sobre a prorrogação da concessão do CINM e da zona Franca da Madeira ao ''quase dono desta coisa toda'', um tal que tem um lobista de serviço no aparelho que comanda a situação, o qual tem sido muito apaparicado ao longo dos anos ''dedicados'' ao crescimento e influência do grupo empresarial do seu amigo e há quem diga sócio em muitas áreas de negócio (povo enganado).

Os contornos desta parecia são escandalosos e chegam à manipulação e controlo da matéria publicada  na folha inglesa que tem ao seu serviço um próximo do lobista.

Tudo funciona em função de uma certa chantagem. Ou publicam matérias simpáticas, ou então não há publicidade para ninguém.

O mandão parece que tem por hábito puxar dos galões lembrando que é o presidente da Empresa de bebidas com excesso de açúcar e cerveja com cheiro e gosto a água de tremoços (consta que já entrou nas instalações da folha numa gritaria, por ter saído qualquer coisa que não foi do seu agrado).

As ordens são claras!

-Estão proibidos de dizer mal do negócio da Praça do Mar, não se atrevam a questionar a benesse dada pelo de Câmara de Lobos, nem se ponham com dúvidas sobre a legalidade do caixote em ferro da Avenida do Infante. Quanto ao aumento dos quartos no antigo Regency,  esqueçam, não toleraremos um única linha. Licença??? mas qual licença...aquilo foi tudo feito dentro da ''legalidade''. O careca até que tem sido um gajo porreiro.

- Não chateiem agora estamos a cheirar rosas.

A quem estamos entregues...



  

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Inqualificável é o mínimo que se pode dizer do aproveitamento que o ''cada vez mais dono da ilha'', os seus serviçais e sobretudo o grande lobista e sócio, fizeram da visita do chefe e rapaziada próxima, às instalações da empresa hoje nas mãos do personagem que fala alto e anda a consumir dinheiros públicos em mordomias à custa da política (um escândalo sem justificação ainda por cima em favor de um falhado politicamente).

O dito ''figurão'' aproveitou o momento para desencadear um acção de marketing manhoso, e teve o descaramento de dizer que a empresa a que preside (é longa a estória que o levou ao lugar) pagou em 2016 dez milhões de euros em impostos. Não falou foi do número de trabalhadores que mandou para casa praticamente de mãos a abanar ou obrigou a engrossar a lista dos desempregados inscritos no centro de emprego.

Convenientemente também ocultou o facto da sua empresa ter  recebido do orçamento da Região cinco milhões de euros a fundo perdido (não foi há muito).

Aquilo é um verdadeiro sorvedouro de dinheiros públicos.

Exemplos não faltam!

Para se instalar no Parque dos Socorridos recebeu cinquenta milhões.

Para ficar com a parte da Região na empresa, já com ''espertalhão'' lá metido, fizeram uma permuta com um terreno sem muito valor em São Gonçalo onde não se pode construir.

Assim se fez e faz fortuna sem muito esforço nesta terra.  

domingo, 6 de agosto de 2017

A ''figura'' conhecida pelo nome de meia bola, um que gosta de se apresentar como referência da política da actual situação no leste da ilha, apelou à defesa da dignidade da Assembleia (sim o orgão que mais parece uma Assembleia Municipal ou de freguesia, com todo o respeito que merecem estes orgãos autárquicos).

Sim é preciso dignificar o primeiro orgão desta Região Autónoma, mas isso só será possível no dia em que criaturas da sua estirpe deixarem de o frequentar. O tipo é um híbrido que se faz passar por defensor de Machico, mas continua a viver no Funchal. Tem um percurso feito de bajulações a aspirantes ao poder.

Foi assim que se comportou num passado recente.

E que tal se deixasse as meias bolas que lhe toldam a cabeça e o fazem ter dificuldade em distinguir um copo de água das ditas.

sábado, 5 de agosto de 2017

Na zona nobre da cidade está a ser construído um ''paiol'' em ferro que é uma vergonha.

 Um arquitecto brasileiro que que Deus o haja, se fosse vivo teria morrido de susto se visse o ''aborto'' que está a prejudicar a sua obra ali ao lado.

Mas, que fazer, a câmara autoriza a porcaria que descaracteriza toda a área que devia ser preservada, o caixote nem estacionamentos tem, zona verde só por imaginação e os funchalenses que comam e calem, é infelizmente o lema da política vigente na actual situação.

O descaramento foi engendrado nos gabinetes do sul-africano, não muito longe do ''crime'' com o apoio de um rapaz feito administrador, que ao menos em nome da decência, devia ter em conta os laços familiares que o ligam a quem tem a responsabilidade de cuidar do ambiente nesta terra.

O grupo responsável pela aberração habituou-se a mandar nisto tudo, trocou um cabeço pelo Centro Internacional de Negócios, em troca de favores conseguiu o Casino, triplicou o número de quartos nas suas unidade hoteleiras, sem as devidas licenças da Câmara e do Turismo e consegue sem muito esforço concessões e concursos como um em Câmara de Lobos feito à sua medida, tudo com a ''little help'' do conhecido cervejeiro que continua, vá lá saber-se porquê, a frequentar as mordomias e os corredores do poder, apesar de serem conhecidos os seus fracassos na vida política local e o desprezo que o povo tem pela sua figura.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Eles andan todos muito satisfeitos com a uma imaginária baixa do desemprego.

É o ''querido'' Presidente em Belém, é o chefe da coligação com os comunistas sem vergonha  apoiantes do louco Maduro da Venezuela, e com as meninas da extrema-esquerda da boa vida, é o chefe da situação que se vive por aqui, é o homem dos Açores.

Ávidos de propaganda manhosa, esta gente tenta esconder uma realidade bem diferente que faz milhares de cidadãos deste pobre país e neste cantinho à ''beira mar plantado'', viverem em sofrimento condenados a um flagelo que parece não ter fim.

É claro que a dita social, impressa falada e televisionada, não está para denunciar a aldrabice e a mentira pois vive em conluio com os poderes e factura à custa dos dinheiros públicos.

Na realidade  o que mudou na questão do desemprego foram os critérios  utilizados para o apuramento dos números. Agora aqueles que se encontravam inscritos e ao fim de certo tempo não se apresentaram nos serviços ou não responderam às notificações, foram imediatamente abatidos das listas. A verdade é que muitos em desespero optaram pela imigração, outros infelizmente já faleceram e outros deixaram de acreditar ou perderam o interesse, abandonando a via sacra a que foram condenados, e acabaram por perder o direito ao subsídio.

Assim, toca a limpar as listas e a propagandear uma baixa que não é verdadeira.

Depois temos os jovens em situação de primeiro emprego, sem direito a subsídio, que nem se apresentam nos serviços. Já sabem que a sua vida não se resolve em corredores onde vigora uma desmotivadora teia burocrática.

Entretanto, aqui na Madeira, mais de dois mil encontram-se numa espécie de formação no governo, nas câmaras e nas empresas públicas, mas não se devia (não é ético) chamar emprego a uma coisa destas.

Mas que fazer? Serve para mascarar a maldita lista dos desempregados na Região!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

O ''nosso contabilista'' está a transformar-se num verdadeiro mestre em decisões desastradas e merecedoras de gargalhada geral por colocarem a nu a sua incompetência...mas infelizmente quem sofre as consequências é toda uma população que não escolheu a figurinha para o lugar  e vê-se a braços com a presença deste ''baralhado'' no centro do poder regional .

Depois de ter ido a Lisboa buscar um antigo assalariado do ladrão Coelho (diz-se que terá recebido uma cunha vinda do lado de lá para cobrar a dívida que tinha com o ressabiado que, recorde-se deu ordens  aos novos senhores para integra-lo no executivo que ainda se encontra em funções) que impôs aos madeirenses e aos porto-santenses juros altos e um insuportável garrote financeiro, obrigando o nosso povo e as nossas empresas a pagarem o IVA o IRS e o IRC mais altos de Portugal, o ''contabilista'' é agora acusado pelas finanças nacionais de ser responsável pelo aumento das despesas públicas e do défice do país???

Então não era ele o grande propagandista do ''maravilhoso'' superavit das nossas contas?
Não era ele que andava de peito ''cheinho'' a dizer que a Região estava a contribuir com as suas políticas de superavit  para a diminuição da dívida nacional e do défice português?

Será que este cavalheiro tem conhecimentos de matemática?

Uma coisa é certa tem vaidade que basta, e faz jus àquela máxima que diz...''se queres ver um vilão põe-lhe um chapéu na mão''.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

De vez em quando aprece por aí em páginas de jornais e na televisão um que se diz de direita (extrema?...falta-lhe categoria e conhecimento para isso) a falar de futebol.

Embora tenha um papá que andou pela folha inglesa a ''bitaitar'' sobre pontapés na bola, não se reconhece ao rebento talento para tal...não passa de um cinzentão que se julga acima das suas reais capacidades.

Parece que se passou de armas e bagagens para o folheto da segunda divisão e veio agora armado em grande pensador, falar de regresso ao passado.

Qual passado???

Se não fosse esse passado recente, porventura não tinha chegado a lado nenhum. Com as políticas e a qualidade da maioria dos líderes que seguiu no ''seu'' CDS (carreiristas como o senhor Rodrigues por exemplo) a Madeira estaria na miséria e sua população continuaria a ser tratada como portugueses de segunda.

Com o ''seu'' CDS, vingaria a mentalidade agachada e a submissão ao colonialismo de Lisboa.

Estamos perante mais uma ave rara sem categoria para voar. Um galináceo de nome Rosa.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

As duas porcarias que se imprimem nesta terra inventam e mentem sem decoro.

O que interessa é agradar aos clientes fieis sobretudo aos mãos largas que mexem nos dinheiros do povo.

Quando se trata de números é  um ''ver se te avias''.

A folha inglesa disse que estiveram no Porto Moniz, 50 mil, quando foi da Expomadeira, falou em 70 mil, na festa do partido da situação para assistir à barbaridade do discurso do aldrabão, 23 mil. O papel de segunda vem com a ''brincadeira'' de 100 mil em Machico, na tal festa antecedida do suplemento que limpou mais uns milhares aos dinheiros do povo e a que ninguém ligou ou chegou a pegar para passar os olhos (a excepção deve ter sido o pagante que anda lá pelo leste a enganar as pessoas)

É o que se chama ''regar''.

Segundo o último censos a Região Autónoma tem uma população de 230 mil, nos quais se incluem  reformados, adultos, incapacitados, jovens, crianças e bebés, mas a porcaria que se imprime por aqui, vive num delírio bem pago e nem cuida de coisas básicas como a credibilidade a seriedade, e de um tema que lhes devia dizer alguma coisa...deontologia!  


segunda-feira, 31 de julho de 2017

Que há muito dinheiro envolvido no negócio dos aviões de combate a incêndios florestais, todos sabemos.

O famigerado Sócrates viu o que aquilo podia render (fala-se em 360 milhões só para seis aviões e agora dessa meia dúzia diz-se que apenas dois estarão em condições de operar). Foi um verdadeiro desastre (um grande rombo nas contas do Estado) mas pelos vistos um grande negócio que o agora chefe da chamada geringonça PS, BE e PCP mantém.

Assim compreende-se a histeria recente do ''pereireinha'' e dos seus sócios clamando pela aprovação dos meios aéreos nos incêndios na Madeira.

Mais uns famintos pelo acesso fácil aos dinheiros dos nossos impostos.

E desta forma lá vão andando as geringonças... mais o ''pereirinha'' enganado, um tal Freitas e o careca preferido do chefe de lá.

domingo, 30 de julho de 2017

O Funchal está mesmo a precisar é de mais um clube elitista.

A senhora candidata mal deixou a pasta do social no governo, comprometeu o programa da sua candidatura à Câmara  com a melhoria das condições de um clube por onde desfilam uns ''queques'' sob o pretexto de dar uns tirinhos.

Será que já estava cansada de ver tantos pobrezinhos à sua volta?

Ela própria apresentou-se a preceito no recinto do tal clube, não fosse o sócio e atleta??? no seu colete caro e óculos a condizer com a sua prosápia de grande conselheiro da nova situação, soltar qualquer reparo.

Senhora candidata, para ganhar eleições é preciso mais, muito mais...o dinheiro dos contribuintes tem de ser bem aplicado.

Não devia ceder aos caprichos de quem se instalou por amiguismo  no centro do poder e agora julga-se mais importante do que é na realidade. Fora do seu círculo ninguém conhece a criatura

Os funchalenses, esperam daqueles que se apresentam como candidatos a governar a sua cidade, prioridades que não estamos a ver na lista do senhor do colete.

Já tínhamos um que promete tudo, inventa, mente e cede aos grandes interesses e agora o que nos faltava era esta estória saída, presume-se pelo meio de uma almoçarada de sábado.    

sábado, 29 de julho de 2017

As eleições autárquicas estão a revelar-se um maná  para o folheto dos ingleses comandado pelo conhecido ''bafos''.

Veja-se o suplemento que ninguém lê mandado pagar pelo tonto que quer continuar a ser presidente em Machico. 

Aquilo são páginas e páginas pagas a preço de ''ouro'' com dinheiros do povo, com direito a fotografia do recandidato que anda à quatro anos a enganar toda a gente.

A falta de decoro começa a ser regra nesta terra.

Vale tudo para esta gente sem qualidade que anda a parasitar as mordomias do poder.




sexta-feira, 28 de julho de 2017

As eleições autárquicas dão para tudo, até para grandes golpes de rins, como um que vimos um dia destes protagonizado por um antigo socialista, antigo deputado eleito nas listas do PS e até (imagine-se) candidato à presidência da Câmara também pela oposição socialista (o que ele disse sobre o partido pelo qual agora dá a cara), e que se apresenta agora em lugar secundário na candidatura laranjinha.

A ''proeza'' aconteceu na Ribeira Brava e tem o patrocínio ''renovadinho'', comprovado pela presença em fotografia para a posteridade de um certo mandão (ninguém tem mão na criatura) do partido situacionista que nos desgoverna. 

Entretanto, negam-se remodelações, ao mesmo tempo que se mudam pessoas na estrutura do governo, e esconde-se o mais que se pode os contornos de um grande concurso de informática, que segundo dizem se encontra em fase muito adiantada.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

O menino que enriqueceu com uns dinheirinhos ''arrancados'' pelo papá nos bons tempos da Venezuela, a que se juntou uma boa fatia deixada por um tio padre, quer à viva força ser político. Tem no seu currículo  a falência de um partido (diz-se que esbanjou o dinheiro com os seus parceiros Welsh, Baltazar, Dionísio e Tó Pó) mas mesmo assim anda em roda viva, numa chamada coligação ao lado do Coelho da triste figura (o de cá) e de um certo enfermeiro incompetente .

Como se sabe, o partido nunca apresentou contas e eles ficaram em apuros perante o Tribunal. Para não cair nas malhas de uma cela após a extinção do partido, o menino fez tudo para se manter como deputado independente na nossa Assembleia, garantindo assim um ''tacho'' e um ordenado que pelo menos deve dar para os seus devaneios mensais.

Passou pela Câmara do Funchal, foi posto a andar (queria andar em roda livre ) e agora quer lá voltar.

Para fazer o quê?...boa pergunta!

Está mais do que visto que quer salvaguardar os seus interesses e garantir que ninguém toca nos terrenos deixados pelo papá e pelo titio. Situados em locais onde não se pode construir, ele assim mantém a esperança de poder contornar os planos e regulamentos municipais mas também a lei.

Para já para acompanha-lo na ânsia do voltar a mandar nos corredores da câmara, terá reunido os apoios de uma menina do clã Jardim Fernandes, de um enfermeiro traumatizado com a mania que é culto... muito culto, e para compor o triste ramalhete, um nome vindo de uma família do velho regime do ''botas'' de Santa Comba, uma tal Clode de quem já ninguém se lembrava, a não ser uns quantos que ainda se recordam das soberbas e dos maus tratos à criadagem feitos pelos Clode.

Por enquanto lá vamos vendo o ''pretendente'' por aí de braço dado com um Noronha, que se diz monárquico.

Isto está cada vez mais bonito com mais este desfile de oportunistas, incompetentes, enganados e falidos.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Fala o roto do esfarrapado.

O antigo bombeiro que foi mandado passear por se ter tornado insuportável lidar com ele no quartel, fez-se político, com os tristes resultados que estão à vista.

Agora resolveu criticar aqueles que receberam na Madeira uma certa ''personagem''. Os argumentos a que recorreu encaixam-se como uma luva na sua triste figura, que mesmo tendo passado por várias desconsiderações e desprezo pela parte do outro que aqui veio, aceitou participar na rábula pública que motivou a deslocação do chefe da geringonça nacional, mesmo relegado para o meio dos oportunistas que lá se encontravam.

Não é a primeira vez que este líder a prazo surge em público inchado de importância, tentando vender aos madeirenses uns aldrabões do lado de lá . Foi assim com Sócrates, tendo na altura o ''nosso ex-bombeiro'' aparecido no papel de emplastro, de braço dado com o Freitas e com o menino Trindade, já na altura o preferido de Lisboa.

São aves da mesma plumagem - Sócrates, Pereira, Freitas, Trindade, e agora também o careca e o Caldeira.    

terça-feira, 25 de julho de 2017

A propósito da vinda à Madeira do destituído Passos a televisão do tio Balsemão, passou (a encenação parecia previamente combinada) um diálogo entre ele e um bêbado do leste da ilha, conhecido como o meia bola, onde os dois falavam em tom de gozo sobre uma anterior passagem do traste pelo Chão da Lagoa.

Falavam de um episódio passado, que metia copos nas barracas da Festa, com o mentiroso aldrabão a ficcionar e a tentar ofender.

Sendo célebres as suas rondas pelas tascas lisboetas que acabavam quase sempre com os seus parceiros da noite a terem de o arrastar e muitas vezes a dar-lhe abrigo em vãos de escada, o tipo deve pensar que todos têm um passado igual ao que modelou o seu característico comportamento vingativo e malcriado.

Com a corda toda (dada pelos comandantes da situação) agora até se dá à ousadia de se anunciar para o próximo ano, não sem antes gozar na cara dos seus anfitriões sobre eventuais resultados nas eleições de outubro.







segunda-feira, 24 de julho de 2017

O traste sempre veio à Madeira e fe-los passar a vergonha (se é que ainda há réstia da coisa nos senhores da situação), da partilha do palco da mentira.

O aldrabão Passos Coelho roubou a eito portugueses, madeirenses e porto-santenses, não respeitou orgãos e eleitos pelo povo desta região, vingou-se impondo uma dupla e penosa austeridade ao nosso povo e mesmo assim foi convidado para estar presente no lugar onde antes se celebrava a Autonomia.

Merecem censura e desprezo aqueles que o trouxeram e se submeteram ao escândalo de ouvir e calar  as tontices ditas ali mesmo ao seu lado pelo mentiroso Passos, um homem que prejudicou o país e continua a desgraçar um partido que é também deles (que se saiba). 

Não há justificação aceitável para o convite feito ao tipo para mais esta ida à Herdade do Chão da Lagoa.  

O descarado Passos Coelho, disse lá em cima que a República ganha dinheiro com os juros do empréstimo à Região Autónoma. A lata está mais do que visto não tem limites, pois foi o governo por ele chefiado a impôr à Madeira esses juros vergonhosos.

Agora mostra-se muito ''penoso'' e defende a diminuição deste encargo, logo ele que foi responsável pela imposição de um garrote financeiro aos madeirenses e ordenou o aumento do IVA, do IRC e do IRS na nossa terra. 

Foi este antigo primeiro-ministro sem qualificações para o exercício do cargo, que nunca aceitou o financiamento da obra do novo hospital da Madeira.

E que dizer das centenas de milhões que ele mandou desviar do Fundo de Coesão destinado à Região Autónoma, com a conivência da figurinha que ele impôs a esta malta, para governar as nossas finanças.

Este''deslumbradinho'' deixou-se apanhar pelo cânticos lisboetas e está transformado num verdadeiro representante dos interesses instalados no poder central. Veja-se uma recente contratação que acaba de fazer.  

Quanto ao Passos é preciso manifestar alto e bom som o repúdio às suas vindas a esta terra. 

Viram? Como se previa não falou de autonomia, não se conhece uma pergunta sobre o tema, feita pelos que andaram à sua volta de microfone na mão, nem ele se deu ao trabalho... não tem uma ideia válida sobre o tema.

Faltou-lhe a cábula ou alguém o avisou para não voltar a fazer a ''gracinha'' de surripiar uma ideias alheias, como o fez em discurso recente na Assembleia da República.

Convençam-se!
Este tipo não presta... assim não vão a lado nenhum! 








domingo, 23 de julho de 2017

A apresentação da candidatura do careca foi um verdadeiro fracasso por mais que haja gente paga nas folhas e tentar dizer o contrário.

Havia mais manifestantes do grupo de lesados do Banif e do BES e alguns passantes de ocasião, do que gente propriamente interessada na fantochada promovida pelo recandidato vendido aos poderes de Lisboa e hoje um dos maiores clientes dos folhetos  publicados nesta paróquia.

Marcaram presença,Vitor Freitas o sem profissão, que imagine-se, chegou a liderar os socialistas locais, o ''pereirinha'' sem vergonha que foi vezes sem conta desconsiderado pelo patrão da ''geringonça, também lá estava ofuscado pelo menino Trindade, o preferido, agora a gozar as mordomias do ''tachão''da TAP, um tal Caetano conhecido pela sua incompetência crónica (mas quando se trata de arranjar empregos para os familiares é mestre ), o casal cata-vento Matos, os inevitáveis membros dos clãs Caldeira e Jardim Fernandes, os manos Martins (não os da zona leste) ocupando lugar de destaque o velho Max antigo espião do KGB soviético, os palerminhas sonsos dos polos verdes, o ''joguete'' da senhora dona Guida... enfim um friso de gente com uma vida que se tem  ajustado ao longo dos anos a todas as estações e situações.

Um verdadeiro folclore e muita idolatria ao enviado do poder colonial, que bem tentou ajudar a compor a comédia de fim de tarde exibida ao ar livre na cidade do Funchal.

No fundo, no fundo, contas bem feitas, não estariam mais de cinquenta pessoas a assistir e a participar  na pobre  produção comprada a uma decadente empresa lisboeta. Ahhh careca enganado...

Ver esta brigada neste ajuntamento trouxe à memória uma jantarada comicieira realizada há uns anos no cais da cidade, onde a vedeta que eles bajulavam se chamava Sócrates.

Para agravar as coisas que vão acontecendo por cá nestes dias, não falta muito para um certo desqualificado debitar umas asneiras bem aos seu nível, numa festa que já foi um mais importantes eventos públicos de celebração dos valores da Autonomia.


sábado, 22 de julho de 2017

Merece censura esta ''cubanização'' (no sentido lisboeta e não em referência ao desaparecido Fidel) a que se vem assistindo na política madeirense.

O servilismo que pensávamos afastado dos corredores do poder e dos comportamentos, chega a pairar como uma ameaça ao conquistado pelo nosso povo, depois de anos de luta contra o centralismo e comportamentos tipicamente colonialistas que caracterizam uns certos visitantes.

Será mesmo preciso dar lugar de honra, como estamos a ver, a gente que nunca deu mostras de se preocupar com as dificuldades que ainda caracterizam a nossa insularidade?

Não se iludam com as praças cheias e com as lambuzisses de escribas e agenciadores bem pagos.

Vejam bem quem aparece e porque razão o faz, e procurem reflectir sobre certas ausências.



 

sexta-feira, 21 de julho de 2017

O ''novo'' panfleto que se publica na região, sustentado de forma directa e indirecta pelos dinheiros do povo, tem à frente um sem coluna que publica aquilo que o mandam escrever.

A propósito da vinda à Madeira da cantora quase septuagenária, Fafá do Brasil, que irá apresentar-se nas serras do Funchal, exibindo o seu melhor play-black, mandaram-no alertar e ele como bom serviçal cumpriu, que para ir lá acima, não é preciso apresentar o cartão de militância partidária (os mandantes lá sabem como é que as coisas andam)

Devia saber que nunca foi condição, como se pôde ver em anos passados, o controlo de entradas em função de escolhas partidárias. A afluência dos madeirenses conscientes e apoiantes dos valores da nossa Autonomia teve momentos históricos chegando a atingir as 40 mil pessoas.

Se fosse só para militantes aquilo nunca enchia.

O número máximo de militantes com quotas em dia, só aconteceu em 2014, em consequência de aldrabices patrocinadas. Só assim se compreende que passados dois anos a coisa se tenha ficado pela metade.

No ano da tomada do poder no partido, houve disponibilidade de uns certos empresários que momentaneamente se tornaram uns mão largas, coisa que está mais do que visto só acontece em situações muito particulares. Até o forreta dos hotéis fingia que não via as contas que
lhe chegavam diàriamnete à secretária com as despesas da candidatura do sócio/amigo que fracassou estrondosamente na política, mas que tinha como crédito muitas portas abertas e a participação no acesso a negócios chorudos.

Depois houve também uns venezuelanos, uns ribeira-bravenses e um da Calheta que foram  ''forçados'' a participar no festival do pagamento de quotas e jantaradas.

E vem o interesseiro feito director do folheto de segunda categoria, promover aquilo que em tempos sempre tentou ridicularizar.

O que faz o dinheiro!    

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Passados tantos anos, ainda há nesta terra quem precise da ''benção'' de uns continentais numa tentativa pateta para impressionar??? o povo.

Ainda bem que esse chão já deu a colheita que tinha para dar, e a maioria do povo madeirense está vacinada e a marimbar-se para esta gente vinda de Lisboa. Já não vai em conversas de vendedores de pentes, e não se impressiona com conversas fiadas com sotaque lisboeta e muita aldrabice.

Mas que fazer... se há gente com idade e rodagem para saber que os tempos são outros a insistir e a persistir no convite a aldrabões encartados, enquanto outros deslumbrados pelo poder mantido à custa de muito dinheiro público derramado nas folhas diárias, em particular na inglesa, se preparam para ensaiar mais uma rábula tipo emplastro (coitados dos fotógrafos) durante uma cerimónia a realizar em espaço público, perturbando a vida normal da cidade.

Pergunta-se... porquê este servilismo? As eleições que contam não são para o poder autárquico da nossa terra?

Ainda por cima, um dos visitantes roubou-nos e prejudicou deliberadamente a vida das populações da Madeira e do Porto Santo, enquanto o outro ainda nada fez para melhorar as nossas vidas. Não tem passado de um empata, com tiques colonialistas, que chegou ao ponto de desconsiderar as decisões da estrutura regional do seu partido.

Se entre portas é assim imagine-se quando se trata dos outros, aqueles que não seguem a sua via socialista conluiada com o radicalismo dos seus parceiros da ''geringonça''.



     

quarta-feira, 19 de julho de 2017

A espécie de ''Assembleia de Freguesia'' que tem à frente um rapazinho que recrutou  todos os funcionários do seu antigo??? escritório de forma a aliviar a tabela salarial à sua conta, fechou...finalmente para férias.

Ali do alto da ''importância'' da mesa que conduz os trabalhos o rapazinhho, ocupa-se a dirigir a fraca  capacidade de dialéctica dos seu pares que passam vida a falar sobre o problema do buraco na estrada, sobre a falta de água num recôndito lugar, sobre a escuridão por falta de luz num outro sítio, e mais umas minudências, típicas de uma reunião participada por uns inúteis como o ''gilinho'' que apareceu a falar em tom de típico de um padre fora de época (devem ser efeitos da horas passadas junto do velho sacerdote que foi íntimo e ajudou a sua família a enriquecer).

As populações da Madeira e do Porto Santo, continuam a ser  esquecidas por um parlamento onde têm assento uns incompetentes sem bases e cultura política, independentemente do partido representado. Na oposição??? encontram-se uns desempregados. Na situação exibem-se uns palermas que nunca souberam o que é trabalhar de facto.

O povo está cansado e tem todas as condições para fazer ouvir as sua voz já em outubro deste ano, preparando a grande mudança em 2019, onde aí sim há oportunidade de afastar todo o parasitismo  instalado e manda-lo para as listas do desemprego.

É bom lembrar que muitos dos que hoje vivem à grande por força da sua colocação nos lugares, nunca ''vergaram o serrote''.

A coisa fechou com um debate anual sobre a tristeza da Região e foi de gargalhada assistir ao passa culpas do falhanço dos últimos dois anos para o Terreiro do Paço, como se eles não tivessem sido eleitos e mandatados pelo povo para governarem a Madeira, usando as competências que se encontram consagradas na Constituição e no Estatuto (o que não implica que estas leis  não careçam de revisão urgente).

Se é para continuarem a gritar pela intervenção do poder de Lisboa nas coisas que só a nós dizem respeito é melhor fecharem a loja!

terça-feira, 18 de julho de 2017

Consta por aí que o telefone do controleiro da quinta, não tem tido descanso nestes dias.

Os dois folhetos ao serviço da situação, estarão a disputar as mesmas entrevistas para as edições do próximo fim de semana.

Vamos aguardar para ver quem vai ficar com aquele que desgraçou o país e o partido, e quem vai lambuzar o chefe.

De um já se sabe o que pode sair...
Banalidades e falta de rasgo de alguém que anda à deriva.

Do outro, o que aqui vem em busca de tempo de antena nas televisões nacionais, estando a marimbar-se como é seu hábito para as preocupações do nosso povo, muita chachada e descaramento.

Aguardemos neste último caso pelas recomendações que o controleiro irá fazer junto do aparelho lisboeta.

O problema deles é que há cada vez menos pessoas  (militantes ou não) com disponibilidade para aturar fantochadas!

segunda-feira, 17 de julho de 2017

O Tó Pó é um daqueles que por onde passa cheira a m....

O folheto inglês liderado pelo bafos, por certo com conivência superior, continua a alimentar os devaneios e outras carências do dito, que a tudo se presta para sobreviver, não importa se com amigos ou fazendo inimizades... o que interessa é facturar algum. 

É neste ponto que se mantém a aliança entre o PÓ  e a folha. Em estado de desespero eles estão a agarrar-se a tudo. Pensam que as loucuras do palerma vendem, mas na realidade aquela porcaria impressa acumula-se todos os dias nas bancas e está nas horas da amargura, sem leitores. 

No entanto, para pagar os servicinhos ao ''cavalheiro'' é só tirar uma coisinha àqueles milhares (dinheiros escandalosamente retirados ao povo) usados pelos clientes dos suplementos, anúncios e notícias compradas.






  



domingo, 16 de julho de 2017

Há cada cambalhota!

Um tal que chegou a liderar a juventude do PS, e foi durante muito tempo ponta de lança dos socialistas no folheto inglês aproveitando todas as oportunidades para dizer mal do PSD e do anterior governo, passou a elogiador da nova situação.

O que faz o dinheiro! Ética e coerência não fazem parte do carácter desta figurinha que segundo consta, afirma estar apenas a obedecer àquilo que o mandam fazer.

É este o triste ambiente que se vive na dita social, onde se movimenta também o camacheiro que atravessou a Rua Fernão de Ornelas e que passou a ser igualmente mais um elogiador por ordem dos novos ricos a quem o ''sem malícia'' fez um frete.

Agora há uma onda de unanimismo. São páginas e títulos garrafais a dizer bem do chefe, do ''sem malícia', do contabilista, do antigo gestor de condomínios, do careca e até do representante da ''geringonça'' na Madeira.

A disputa dos milhares gastos em cadernos, anúncios e subsídios vai brava. Um milhão para o chamado JM, outro milhão para a folheto vizinho, uns milhares para calar uns que reclamam todos os dias.

São quase dois milhões e meio em movimentações anuais de dinheiros do povo, que podiam ser aplicados em dezenas de habitações para as pessoas carenciadas.  

sábado, 15 de julho de 2017

No panfleto inglês continua a política do vale tudo, desde que seja para dar cobertura favorável a quem lhes paga (e bem) a propaganda mentirosa.

Recebem as encomendas já escritas e entregam-nas a jornalistas inexperientes e sem competência que nada questionam. Veja-se a mentira enviada pelo careca a propósito de uma espécie de ''miragem'' sobre benefícios fiscais.

O que  fez uma pobre rapariga que assinou por baixo o texto publicado sobre o assunto? Sem questionar nada nem ninguém deu eco à barbaridade vinda do gabinete do careca recandidato, dizendo que a Câmara vai dar benefícios fiscais aos funchalenses.

Mentira!

Quem tem competências para tal é o Governo da República, a Assembleia da República e o Governo Regional, neste caso nos termos previstos pela Lei das Finanças Regionais.

Em matéria de reabilitação urbana é a legislação nacional que define os termos da redução do IVA. A Câmara também não tem capacidade para tocar nas isenções de IMI. A Câmara apenas pode mexer nas taxas municipais.

Aprendam, leiam e estudem antes de escrever asneiras. Não embarquem nas conversas das chefias vendidas.

Não enfileirem na lista de jornalistas ignorantes que rodeiam essa gente sem escrúpulos.